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Horas Mágicas

Dia 19/11/2010 (Sexta-feira) – Epcot com Horas Mágicas

O dia começou cedo de novo. Encontramos a mãe e a Rô no restaurante do Pop, mas só paramos para pegar o café com a Mug, e já fomos para a fila do ônibus. O restaurante estava simplesmente lotado, e logo perdemos elas de vista, então seguimos para o ponto de ônibus, que já tinha uma baita fila. Perdemos o primeiro ônibus para não ir em pé, mas logo chegou o outro.
Chegamos no parque logo depois de abrir. Foi uma pena, porque não conseguimos descobrir se afinal o Epcot tem alguma contagem regressiva ou não. Eu ouvi dizer que os cast members do Soarin vão esperar os convidados na entrada do parque e acompanham todos até o The Land, para evitar que todo mundo saia correndo em debandada até lá. Mas acabamos perdendo a entrada e não pude confirmar se isso acontece todos os dias. Logo liguei pra mãe no Walk Talk, e ela já estava a caminho de pegar o FastPass para o Soarin, e esperou a gente no corredor em frente ao Character Spot, o lugar em que ficam os personagens para tirar fotos. Então, a mãe e o Mauro foram para o Soarin pegar o FastPass, enquanto eu fiquei na fila com a Ellerim, para tirar fotos com os personagens. Ficam ali o Mickey, a Minnie, o Pateta, o Donald e o Pluto. Mesmo sendo cedo, ficamos mais de 20 minutos na fila, e quando chegou nossa vez o Mauro ainda não tinha chegado. Tiramos as fotos só nós duas (e viva o PhotoPass), e a Ellerim já estava bem feliz, mas nada do Mauro. Eu imaginei que ele e a mãe tinham decidido ir uma vez no Soarin. 

Assim que terminamos de tirar as fotos os dois chegaram, e por incrível que pareça eles tinham ficado o tempo inteiro na fila, não do brinquedo, mas do FastPass! Nossa, já deu para ter uma idéia de como seria o dia. A mãe resolveu seguir sozinha de novo, para aproveitar um pouco o parque, e a Rô já tinha seguido também com a Manu, porque ela queria tirar esse dia inteiro para aproveitar e tirar todas as fotos com todos os personagens possíveis. Então, ficamos só nós três. Resolvemos aproveitar o clima, que estava maravilhoso, para passear pelo future World. Quase sempre a gente passa por essa parte do parque correndo de brinquedo em brinquedo, e não tem tempo de apreciar o quando tudo é lindo. As construções, flores para todos os lados, e um clima incrível. Com certeza, o Epcot é o meu parque favorito. Acho que eu poderia ir todos os dias, e não ia cansar nunca. Tiramos várias fotos com as topiarias de natal, principalmente a do Pluto e do Pateta, muito fofas. E a árvore de natal em frente ao lago também é uma baita visão. 

Já tínhamos feito o Future World no outro dia, e agora resolvemos só passear um pouco, e fomos apenas uma vez no Imagination, para a Ellerim ver o Figment de novo, e uma vez no Spaceship Earth, e a Ellerim conseguiu ficar bem retinha para aparecer na foto. Perto das onze seguimos para a entrada do México, mas não conseguimos chegar até nosso destino. A Ellerim parou num canteiro, e quis ficar brincando ali. Como o dia estava lindo, e o World Showcase ainda não tinha aberto, ficamos por ali mesmo. Eu e o Mauro sentamos no banquinho, e a Ellerim ficou feliz da vida correndo sem parar ao redor do canteiro. Mas depois de meia hora ali ela ainda não queria ir embora, e foi um sufoco seguir adiante. 

Acabamos voltando pelo Odyssey Center, aquele caminho que passa em frente ao Baby Care Center, para almoçar rapidinho no Electric Umbrella, já que nos primeiros países não tem nada que a Ellerim coma. Este é um restaurante tipicamente americano, com todos os burgers e nuggets tradicionais, e o bom é que tem banheiro dentro do restaurante. Quem tem filhos sabe que eles sempre querem ir ao banheiro quando a comida chega! Depois fomos passear pelos países, um a um. Eu adoro dar a volta ao mundo! Nesse dia a Ellerim não quis pintar o ursinho nenhuma vez, queria só pegar os carimbos. Na Noruega fomos no Maelstrom, mas a Ellerim não gostou muito das partes mais sombrias. 
Na China, acabamos parando para assistir o cinema 360º. Ainda faltavam 12 minutos, e não tinha quase ninguém. Mas ficamos por ali mesmo para passear pelo museu ao lado, onde tem as miniaturas do Exército de Terracota, e ainda alguns soldados em tamanho natural e réplicas de vários artefatos. Achei bem legal esse museu, e nunca tinha visto. A Ellerim gostou de ver tudo, mas estava um pouco inquieta. Logo começou o filme, e ela pediu para ficar no meu colo, para ver melhor. A primeira metade ela adorou, mas depois ela disse que já podia acabar. É muito bonito, mas realmente podia ser um pouco mais rápido.

Saímos pela loja da China e continuamos passeando, e acabamos parando na Alemanha para mais uma sessão de Karamell Küche com café. Ahhh, que delícia esses doces com caramelo, um sonho! 
Já estava ficando um pouco tarde, mais ou menos duas horas, e resolvemos então voltar para o hotel, para tomar um banho de piscina, já que estava bem quente. Como era dia de horas mágicas, resolvemos dar uma parada no meio do dia, e voltar mais tarde. A Rô também ía para o Hotel. Quando estávamos saindo, encontramos com a Rafaela, o Paulo, a Thais e o Fabiano. Ficamos um tempão conversando em frente à árvore de natal, enquanto a Ellerim ficava correndo pra lá e pra cá. Até que uma hora ela veio correndo, e um cara sem querer deu uma baita rasteira nela. Ela voou no chão, ralou as mãos e, claro, caiu num berreiro. O cara ficou apavorado, não sabia o que fazer e ficava pedindo desculpas, mas eu fico bem calma nessas horas. Quando eu voltei com a Ellerim pra perto do pessoal o Paulo estava perguntando pro Mauro se ele queria ajuda pra encher o cara de porrada, rsrsrsrs. Bom, depois disso acabamos nos despedindo, e fomos pegar nosso ônibus para o hotel. Chegamos mais ou menos às três da tarde, e é incrível como o Pop é mais frio que os parques. Estava bem fresquinho, mas eu já tinha prometido que teria piscina, e não podia voltar atrás. Encontramos com a Rô e a Manu, trocamos de roupas e fomos para a piscina. O Mauro ficou no quarto descansando. Eu e a Ellerim fomos para a piscina infantil. Não é bem uma piscina. Todo o chão é de uma material tipo uma borracha, e não machuca se a criança cair. E o chão vai inclinando até ficar um pouco mais fundo no meio, e ali fica a água, e sai água do chão nessa parte. A Manu e a Rô foram para a piscina grande, mas eu achei que a água estava bem fria. Eu levei vários brinquedinhos de água, e a Ellerim ficou brincando, enquanto eu fiquei lendo meu Harry Potter, e depois a Manu veio também, e foi bem divertido. Eu ainda não sabia como fazer com as toalhas, porque não tinha ali à disposição. Fui perguntar para um atendente, e ele me disse que era só pedir para qualquer camareira, e depois devolver numas caixas que tinha na frente da piscina, escrito “Towels Return”, ou deixar no quarto. Já pedi as 4 toalhas, e a camareira me entregou na hora. Voltamos para o quarto enroladas nas toalhas, mas tinha bastante vento, e ficou bem frio. Descansamos um pouco, mas já estava na hora de se arrumar e voltar para o Epcot, para o IllumiNations. Voltamos de ônibus de novo, e chegamos às sete horas. Já estava escuro. Eu tinha esquecido de levar o endereço da foto que eu e o Fábio, meu sobrinho, temos naquelas pedras na entrada. E sem endereço é impossível encontrar… menos pro Mauro, claro. Eu já disse que ele é mágico né. Ela tinha visto já a foto em 2008, e disse que ía encontrar. E não é que ele conseguiu mesmo! Incrível. 

Tiramos uma foto e seguimos até aquele lugar que tem luzes coloridas no chão, muito bonito. Eu não sei onde fica isso, pois procurei nas outras viagens e não achei em lugar nenhum. Dali liguei pra mãe, e ela disse que estava bem em frente daquela loja em frente ao lago, no Showcase Plaza. 

Fomos até lá, e ainda esperamos uma meia hora pelo show. Quando assisti pela primeira vez este show, achei fenomenal e nem um pouco cansativo. Mas hoje eu acho um pouco longo. Muito tempo atrás tinha uma parte inicial em que cada país era iluminado, um por um, e demorava um tempão. Eles tiraram esta parte, e ficou melhor. Mas ainda acho que as projeções no globo poderiam ter 1/3 do tempo. Eu gosto mesmo da parte dos fogos. Eu aaaamo os fogos! Quando terminam a gente fica com uma sensação de adrenalina, satisfação e felicidade, e é uma delícia. Eu fico me achando o máximo por estar ali. Depois do show a mãe quis voltar para o hotel, já que ela estava direto no parque, e ela concordou em levar a Ellerim junto. Oba! Eu e o Mauro poderíamos aproveitar o Soarin e o World Showcase nas horas mágicas! E foi ótimo também porque no dia seguinte a Mãe e a Rô iriam com as crianças para o Busch Gardens, e eu e o Mauro iríamos fazer um tour pelos hotéis da Disney.  Mas a mãe não quis levar o carrinho junto, então ficamos nós dois carregando o carrinho vazio. Fomos direto para o Soarin, usar o fast pass que pegamos de manhã. O FastPass era para a metade da tarde, mas como eles não expiram, usamos sem nenhum problema. A fila, claro, ainda estava enorme, mas abriram novamente o FastPass de horas mágicas, e já pegamos mais um. Eu amo essa atração, acho uma sensação maravilhosa. Sobrevoar San Francisco, levantar os pés para não bater na copa das árvores e nas ondas do mar, sentir o cheiro das laranjas. Mas pegamos um lugar bem do lado, e na segunda fila. Não é tão legal quanto ficar no meio, mas mesmo assim foi uma delícia. Nós percebemos uma falha na tela, um risco, que antes não tinha. Saímos dali e fomos para os países, começando pelo Canadá. E fomos apenas curtindo e aproveitando, país por país. Na França paramos para comprar duas taças de Beaujolais Village, que é um dos vinhos mais baratos, por US$ 6 a taça. O parque estava lindo, e completamente vazio. Parecia até estar fechado. 

Acho que todo mundo passa as horas mágicas no Future World, que estava cheio. Sentamos em um banco para tomar nosso vinho, conversar e ficar aproveitando a paisagem, lembrando de nossas outras viagens, principalmente de Paris. Depois, na Itália, foi a vez do Chianti e relembrar nossa viagem para a Toscana. Tudo maravilhoso. O Mauro estava super animado, fazendo as palhaçadas dele de sempre, principalmente quando chegamos naquela parte que tem algumas coisas africanas, com um jeep e uns tambores. 

Continuamos passeando até o México, que também estava vazio. Fomos 3 vezes nos Three Caballeros, que eu amo. Como estava vazio, fomos na primeira fila do carrinho, e os cast members estavam super simpáticos e fazendo brincadeiras. Ah, como a gente estava usando o boton de aniversário de casamento (a gente deixou a viagem inteira preso na bolsinha de viagem que a gente carregava com os documentos e dinheiro) todo mundo ficava dizendo “Happy Anniversary”. 

Quando olhamos o relógio, já era super tarde, faltavam uns 40 minutos para fechar o parque, e a gente nem tinha jantado. Paramos rápido no Electric Umbrella de novo (pena, porque eu estava esperando um jantar um pouco mais romântico), pegamos dois sanduiches Angus e fomos comendo no caminho mesmo até o Soarin, que fica bem longe. Chegamos lá bem na hora, e fomos mais uma vez no brinquedo. Pensei que talvez a sensação não fosse ser tão legal (quase nunca é na repetição dos brinquedos), mas foi ótimo do mesmo jeito. Foi muito legal esse passeio, só nós dois. Quando estamos com as crianças, a nossa atenção fica fragmentada, porque a gente não tira o olho das crianças o dia inteiro, mas sozinhos pudemos realmente curtir os detalhes. Eu estava realmente feliz nessa hora, completamente realizada, com aquela sensação de “meu deus, eu realmente estou aqui”. Era nosso penúltimo dia de parque, e último dia de Epcot. Na hora, eu não fazia idéia de que ia voltar tão cedo pra Disney. Então, fomos saindo do parque bem devagar, tentando olhar todos os detalhes, as luzes no chão, as águas dançantes, a bola iluminada, as lojinhas com um milhão de produtos divertidos que são a cara da Disney, tudo simplesmente mágico. É um lugar emocionante, feliz, lindo, It’s my place on Earth!        


Dia 15/11 (Segunda-feira) – Hollywood Studios – Horas Mágicas Radicais


Fomos então pra frente do chapéu encontrar com a mãe, a Rô e a Manu, para as horas mágicas. A Ellerim e a Manu ficaram dançado no palco até dar sete horas. 


A gente achava que a partir das sete as filas iriam magicamente sumir! Então, deixamos a mãe com a Ellerim e a Manu, e fomos eu, o Mauro e a Rô para o lado radical.  

Eu já tava pensando em ir umas três vezes no Aerosmith, que eu AMO. Mas passamos antes na The Twilight Zone Tower of Terror e a fila tava em 45 minutos!!! Gente, isso não é fila de hora mágica não… como eram sete horas eu achei que o tempo tava errado, que era o tempo de antes de iniciar as horas mágicas… mas como nesse dia eu só dei bola fora, o tempo foi de exatamente 45 minutos mesmo! Acho que eles nunca foram tão precisos. E o pior é que o coitado do Mauro, que odeia quedas e não vai em nada tão radical, resolveu enfrentar seus medos e ir junto. Coitado, foram 45 minutos de desespero, suor e ansiedade. Eu não sabia que ele tinha tanto medo assim, achei engraçado na hora, mas fiquei com pena. Esse brinquedo é um barato, toda a tematização, a história do hotel e dos 5 que somem no elevador, é um clima e tanto. Quando a gente entrou no elevador o Mauro nem respirava. Então a gente vai subindo, a porta abre, toda aquela antecipação, e então a queda. Muuuuito bom! E o melhor é que não é só uma vez (bom, melhor pra mim, pro Mauro acho que isso foi o pior rsrsrsrs). Eu só ouvia ele falando: por favor acaba, por favor acaba… quando finalmente acabou, o Mauro disse que achou horrível, mas ficou feliz por ter ido. Fomos rápido para a Rock ‘n’ Roller Coaster. Esta montanha russa é a única exceção que o Mauro faz para brinquedos radicais. Ele realmente curte, e eu então, nem se fala. Nós dois somos muito fãs de Aerosmith. Então imagina, juntar duas das coisas que você mais gosta! Eu estava bem animada, e esperançosa que não tivesse fila, pois já eram oito horas. Eu achava que só teve fila na torre porque eram sete horas, e tinha o pessoal represado de antes das sete… mas claro que naquele dia eu não podia estar certa né! Não, nada feito. 35 minutos de fila. Bom, não teve alternativa senão encarar né, mas por essa montanha russa vale tudo. E claro que foi bárbaro, aquela velocidade toda ouvindo Walk This Way! O pré show também é fantástico, quando a gente encontra a banda na gravadora, e eles estão atrasados para o show, e precisam atravessar Los Angeles na pressa, e então dizem que não podem deixar os fãs (nós) ali sozinhos, e mandam a agente conseguir um backstage pass pra gente e um carro super veloz… dá pra imaginar qual é o carro que ela arranja né! E quando a gente sai do estúdio, dá de cara com a super limousine estendida cheia de gente apavorada, e o sinal fica verde e aquele carro sai em disparada, a mil por hora… imagina a antecipação da gente na fila nessa hora! Tudo muito legal. Queria ir de novo, e achava que a fila já devia ter diminuído… ou claro que não né! Passou para 45 minutos! Inacreditável… bom, a mãe já tava quase duas horas sozinha com as meninas, então, resolvemos procurar elas, e chamamos pelo Walk Talk. Elas já tinham ido na Pequena Sereia e no Toy Story, e estavam na boate onde de dia tem o Playhouse Disney. Coitada da mãe, tava quase louca com a barulheira, e queria sumir logo dali! Nós ainda entramos uns 5 minutos, para tirar algumas fotos com os personagens que ficam ali dançando com as crianças, mas logo desistimos também… tem razão, é muito alta a música. A mãe disse que a fila do Toy Story estava imensa também, então resolvemos ir embora. No final, foi um dia gostoso, e aproveitamos bastante. Mas fazendo um balanço, deixamos muitas atrações de lado por causa do mau planejamento (na verdade deixamos quase todas né). Ainda assim foi um bom dia. E pra finalizar, tiramos as fotos tradicionais na frente do chapéu com o photopass, toda a família reunida! Ficamos passeando mais um pouco pela Hollywood Boulevard, que tem um clima delicioso. Saímos do parque com uma penhinha, e fomos pegar nosso ônibus da Disney, de volta para casa.


Dia 14/11 (Domingo) – Magic Kingdom – Horas Mágicas

Bom, nessa hora a gente se sente importante, porque todo mundo começa a ir embora do parque, e nós temos ainda 3 horas para aproveitar! A mãe quis passear um pouco sozinha, mas acabou ficando com a Ellerim pra gente ir nos brinquedos mais radicais, e combinamos encontro às onze na frente do castelo. Eu, o Mauro, a Rô e a Manu fomos direto pra Space Moutain, mas na hora de entrar o Mauro amarelou… eu não entendi, porque ele já tinha ido outra vez, mas não teve santo que fizesse ele entrar. Ficamos um pouco na entrada discutindo o entra-não-entra, e ele falou que definitivamente iria ficar esperando na frente, e eu disse pra ele pelo menos ir passear um pouco, e depois a gente se encontrava, e ele disse que iria ficar ali esperando e pronto. Tá, desisti e entramos no brinquedo. Eu sei que essa montanha russa não é radical, mas eu acho o máximo mesmo assim, toda a tematização, a estação espacial, tudo muito legal, e agora com alguns efeitos sonoros novos. Foi bem divertido, e a Manu amou (bem radical essa menina, adorou todas as montanhas russas, é das minhas!). A saída do brinquedo é mais legal ainda, a esteira rolante e a gente chegando em outro planeta. Eu não me conformei de o Mauro não ter ido (mas ele acabou indo outro dia). Quando a gente saiu, cadê o Mauro? Bom, ele literalmente sumiu, não tava ali fora, nem na loja, nem em lugar nenhum e não respondia o Walk Talk. Eu fiquei chamando ele sem parar, até a mãe atender e me mandar calar a boca que ela tava no Carrossel do Progresso e eu tava atrapalhando todo mundo. Bom, resolvi que não ia sair dali sem o Mauro (achei que ele tinha tido uma dor de barriga e tava preso no banheiro, e a gente tem que ser solidária nessas horas né). Falei pra Rô ir com a Manu nas outras atrações. Eu procurei, procurei, procurei e nada. Uns quarenta minutos depois eu fui pra frente do castelo, e então o Mauro chama pelo Walk Talk… ele tava tomando um sorvete sentado na sorveteria da Main Street. Eu só olhei e perguntei o que tinha acontecido, e ele disse “nada, só resolvi passear como você disse” e pensou que quando eu não visse ele na saída iria imaginar que ele tinha feito isso, já que a ideia foi minha, mas ele não tinha visto que o Walk Talk tava desligado… bom, depois que ele falou pareceu meio óbvio né, mas na hora eu não pensei nisso, e perdi um tempão… paciência né, essas coisas sempre acontecem em viagens… então ficamos passeando pelas lojinhas (nós dois gostamos de passear pelas lojinhas) conversamos com a mãe pelo Walk Talk de novo (ela tava com a Ellerim na Fantasyland) e ficamos esperando até às onze o resto do pessoal. A Ellerim voltou com o balão do Mickey furado e sem uma Minnie pequena que ela tinha comprado com o dinheiro dela. Sei que eles repõem o balão quando a gente pede, mas resolvi não pedir (acho que ela tem que aprender que vai ficar sem as coisas quando não cuidar). Mas a mãe se sentiu responsável pela Minnie, e no outro dia foi no achados e perdidos. Eles não encontraram, mas deram um vale para pegar outra igual em qualquer loja. Incrível isso né. Tiramos mais algumas fotos e finalmente fomos pra fila do ônibus, para voltar pra casa.  


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