Dia 15/11 (Segunda-feira) – Hollywood Studios – Block Party Blash


Às três horas começou a parada, e para nossa surpresa não era bem uma parada, e sim um misto de parada e show. Eles param, abrem vários blocos que se transformam em camas elásticas, e ficam dançado e pulando feito loucos. E tudo é comandando por um soldado do Toy Story, que fica fazendo piadas o tempo inteiro. É muito divertido mesmo, com todos aqueles personagens da Pixar. E no final eles jogam um monte de bolinhas, e convidam as pessoas para participar e dançar. 


Assistimos tudo duas vezes, porque ficamos bem na frente do chapéu, e ali ficou o início da parada. Depois, quando terminou, pensamos que eles íam embora, mas na verdade eles andaram e pararam mais na frente na rua, e então onde a gente estava ficou o final da parada. A Ellerim amou. Depois fiquei surpresa de saber que essa parada acabou, foi substituída pela Pixar Pals Countdown to Fun. Ainda bem que assistimos. Depois da parada a mãe chamou pelo Walk Talk, e nos encontramos ali mesmo, e fomos juntos tentar assistir o show da Bela e a Fera, mas não tinha naquele horário. A mãe então quis que a gente conhecesse uma loja na Sunset Boulevard, do lado direto, antes do estádio da Bela e a Fera. Realmente, os produtos dessa loja são lindos. São coisas da Disney, mas tudo bem fashion, roupas, bolsas de couro, acessórios, tudo muito lindo mesmo. A mãe ficou por ali e nós  seguimos para o cinema 3D dos Muppets, que é um dos meus favoritos, até porque eu assistia os Muppets quando era criança. Quando a gente já tava entrando o Mauro falou: você não tinha que tirar uma foto aqui em algum lugar?… verdade, tinha a foto do concurso do Erivelto… mas eu não quis mais voltar, deixei pra tirar na saída (claro que acabei não tirando né). Entramos direto então, sem filas. Eu adoro também o pré-show dessa atração, com as piadinhas típicas dos Muppets, e sentamos no chão para assistir. 

Minha parte preferida é quando eles anunciam a presença super especial do Mickey Mouse, e então aparece aquela ratazana fantasiada de Mickey! Sempre morro de rir. Daí o apresentador fala: você não é o Mickey Mouse, e ele responde: eles são turistas, o que é que eles sabem! Muito bom. Mas sempre tem brasileiro que não entende nada né… na nossa frente uma mulher começou a reclamar do pré-show, dizendo que era um saco, um absurdo, que não devia ter essa parte, que devia entrar direto porque aquilo era uma chatice (?!). Ah, eu não aguentei e falei: bom, é isso ou ficar numa fila sem fazer nada né, porque tem um show em curso lá dentro do teatro agora, e não tem como entrar direto. Olha, eu não entendo isso. Eles se dão ao trabalho de fazer um pré-show para a gente não ficar esperando sem fazer nada e ainda tem gente que reclama! Bom, até acho que eles podiam fazer um filme novo, mas ainda assim é super divertido. Os dois velhinhos são ótimos. Saímos dali e a Ellerim queria tirar mil fotos ali perto. 

Dia 15/11 (Segunda-feira) – Hollywood Studios, o parque preferido do Mauro


Na noite anterior quando chegamos no quarto a luzinha vermelha do telefone tava piscando (pra quem não sabe, significa que tem mensagem de voz). Dizia que tinha chegado um pacote pra mim. Eu não conseguia pensar em nada que pudesse ter chegado, pois as duas compras que tinha feito pela internet, uma no Wal Mart e outra na Disney Store, já tinham chegado. De manhã então fui até o Lobby enquanto os meus dois dorminhocos descansavam, e tive uma surpresa quando vi que era o DVD de planejamento da Disney, que eu tinha encomendado pela internet! Eu já nem lembrava mais que uns dias antes da viagem eu encomendei este DVD, que é grátis, mas eles só distribuem pra quem mora nos EUA ou Canadá. Eu fiz o pedido cadastrando o endereço do hotel. Fiquei super animada, pois fazia tempo que eu tinha curiosidade de saber como era o DVD, e eu adorei! A qualidade é ótima, e tem muitas cenas legais de todos os parques e hotéis. Valeu a pena. A mãe e a Rô foram mais cedo para o Hollywood Studios, e eu, o Mauro e a Ellerim fomos tomar um café-almoço no hotel, que é uma delícia. Antes de sair eu cortei a parte transparente que tinha furado do balão da Ellerim, e ela ficou feliz da vida só com o balão no formato das orelhas do Mickey que fica por dentro. Acabamos saindo pra pegar o ônibus para o parque muito tarde, e chegamos lá perto do meio dia. 

A gente não se preocupou com o horário, já que tinha horas mágicas, das sete às dez. Mas definitivamente não foi uma boa idéia. O parque tava suuuuper lotado, não tinha mais fastpass para o Toy Story e a fila tava em 75 minutos. Foi uma pena, porque é o parque preferido do Mauro, ele adora o clima do HS, mas mal conseguimos aproveitar por causa da lotação. Depois desse dia resolvemos chegar cedo em todos os parques, e foi a melhor coisa que fizemos. As coisas mudaram muito em Orlando nos últimos anos, e não dá mais pra planejar a viagem como a gente fazia antigamente. Hoje em dia, com o tamanho dos parques e a quantidade de turistas, a gente tem que aproveitar as horas em que os parques estão mais vazios. O aproveitamento dos parques pela manhã é fenomenal. Bom, chegando no parque fomos direto para o Playhouse Disney. A Ellerim agora já conhecia bem os personagens e tinha assistido diversas vezes no youtube (vivia pedindo pra ver) e eu tava curiosa pra ver a reação dela. Foi muito legal! Aparece a turma do Mickey, do Manny Mão à Obra, os Mini Einsteins e Meus Amigos Tigrão e Pooh. E é bem interativo, caem bolinhas de sabão e folhas verdes de papel do teto. A Ellerim adorou, e a partir desse dia o desenho favorito dela passou a ser os Mini Einsteins, o que foi ótimo, pois são desenhos fenomenais e super educativos. Ela não chegou a dançar, e ficou um pouco tímida, mas ficou encantada o tempo inteiro. Pena que este show está com dias contados, e será substituído logo, mas com certeza é um programa pra fazer só se estiver com crianças pequenas. 

Depois, para esperar o horário da Pequena Sereia, entramos naquela loja ao lado do Playhouse Disney, onde tem o The Magic of Disney Animation. Na verdade a loja é a saída do Animation, mas para pular esta parte a gente entra pela loja, e chega naquele local onde fica o Mickey e vários outros personagens para tirar fotos. A Ellerim amou tirar foto com o Mickey, e não reclamou de ficar na fila. 

E ela adora aquele lugar, porque tem alguns cenários, e um joguinho de colorir digital que ela ama. Acabamos ficando um tempão por ali.

Eu não tava com muita pressa, porque achei que a gente iria conseguir fazer muita coisa nas horas mágicas (ledo engano…). No final, acabamos perdendo o horário da Pequena Sereia, então fomos para o The Great Movie Ride. Tá, eu sei que é uma atração que não foi remodelada, e que o filme mais recente é provavelmente o Alien… mesmo assim eu gosto desse brinquedo… cinema é uma coisa legal. O Mauro, que tem memória de elefante, e lembra de todos os filmes e do nome de todos os atores, também adora esse brinquedo, e o melhor é que não tinha fila nenhuma, mesmo com o parque lotado. A Ellerim não gostou da parte dos bandidos, e depois queria porque queria ir no “parquinho da formiga gigante”, que ela sempre via as fotos da outra viagem, mas como eu sabia que a gente ia ter que ficar um tempão lá falei que a gente só ia mais tarde (mais um equívoco). A minha atração favorita do parque, que é o Star Wars, estava fechada (mas por um bom motivo, estão remodelando e vai voltar em 3D). Então fomos passeando e deixando tudo que tinha fila pras horas mágicas (dá pra imaginar que isso não foi muito sensato né…).  Aproveitamos para tirar muitas fotos. Não sei por que, mas a gente quase não tem fotos desse parque, e eu tinha prometido que dessa vez iria tirar um monte de fotos. Mesmo assim não fiquei muito satisfeita. Esse parque é lindo de morrer, mas as fotos simplesmente não representam o que a gente vê. 

Bom, ficamos por ali tirando fotos, e esperando a Block Party Blash, que a gente nunca tinha assistido. Nisso a Ellerim começou a dançar naquele lugar que tem o chapéu (onde tem uns painéis dourados). Nossa, acho que esse foi o lugar que ela mais amou de todos os parques. Ela ficou muito tempo ali cantando e dançado, dizendo que era o palco dela, e de noite ficou mais um tempão de novo, dançando no palco com a Manu. Foi incrível, porque em janeiro quando voltamos, assim que chegamos na entrada do parque ela viu o chapéu e berrou: Meu Palco! Ali tomamos sorvete do Mickey e um de banana (uiiii, era uma banana mesmo congelada, coberta com chocolate… não aprovei não).

Dia 14/11 (Domingo) – Magic Kingdom – Horas Mágicas

Bom, nessa hora a gente se sente importante, porque todo mundo começa a ir embora do parque, e nós temos ainda 3 horas para aproveitar! A mãe quis passear um pouco sozinha, mas acabou ficando com a Ellerim pra gente ir nos brinquedos mais radicais, e combinamos encontro às onze na frente do castelo. Eu, o Mauro, a Rô e a Manu fomos direto pra Space Moutain, mas na hora de entrar o Mauro amarelou… eu não entendi, porque ele já tinha ido outra vez, mas não teve santo que fizesse ele entrar. Ficamos um pouco na entrada discutindo o entra-não-entra, e ele falou que definitivamente iria ficar esperando na frente, e eu disse pra ele pelo menos ir passear um pouco, e depois a gente se encontrava, e ele disse que iria ficar ali esperando e pronto. Tá, desisti e entramos no brinquedo. Eu sei que essa montanha russa não é radical, mas eu acho o máximo mesmo assim, toda a tematização, a estação espacial, tudo muito legal, e agora com alguns efeitos sonoros novos. Foi bem divertido, e a Manu amou (bem radical essa menina, adorou todas as montanhas russas, é das minhas!). A saída do brinquedo é mais legal ainda, a esteira rolante e a gente chegando em outro planeta. Eu não me conformei de o Mauro não ter ido (mas ele acabou indo outro dia). Quando a gente saiu, cadê o Mauro? Bom, ele literalmente sumiu, não tava ali fora, nem na loja, nem em lugar nenhum e não respondia o Walk Talk. Eu fiquei chamando ele sem parar, até a mãe atender e me mandar calar a boca que ela tava no Carrossel do Progresso e eu tava atrapalhando todo mundo. Bom, resolvi que não ia sair dali sem o Mauro (achei que ele tinha tido uma dor de barriga e tava preso no banheiro, e a gente tem que ser solidária nessas horas né). Falei pra Rô ir com a Manu nas outras atrações. Eu procurei, procurei, procurei e nada. Uns quarenta minutos depois eu fui pra frente do castelo, e então o Mauro chama pelo Walk Talk… ele tava tomando um sorvete sentado na sorveteria da Main Street. Eu só olhei e perguntei o que tinha acontecido, e ele disse “nada, só resolvi passear como você disse” e pensou que quando eu não visse ele na saída iria imaginar que ele tinha feito isso, já que a ideia foi minha, mas ele não tinha visto que o Walk Talk tava desligado… bom, depois que ele falou pareceu meio óbvio né, mas na hora eu não pensei nisso, e perdi um tempão… paciência né, essas coisas sempre acontecem em viagens… então ficamos passeando pelas lojinhas (nós dois gostamos de passear pelas lojinhas) conversamos com a mãe pelo Walk Talk de novo (ela tava com a Ellerim na Fantasyland) e ficamos esperando até às onze o resto do pessoal. A Ellerim voltou com o balão do Mickey furado e sem uma Minnie pequena que ela tinha comprado com o dinheiro dela. Sei que eles repõem o balão quando a gente pede, mas resolvi não pedir (acho que ela tem que aprender que vai ficar sem as coisas quando não cuidar). Mas a mãe se sentiu responsável pela Minnie, e no outro dia foi no achados e perdidos. Eles não encontraram, mas deram um vale para pegar outra igual em qualquer loja. Incrível isso né. Tiramos mais algumas fotos e finalmente fomos pra fila do ônibus, para voltar pra casa.  


Dia 14/11 (Domingo) – Magic Kingdom – Wishes


Conseguimos pegar um lugar bom na frente do restaurante Casey’s Corner. Bom, sem palavras para descrever esse show de fogos… a Ellerim tava ansiosa para ver a Sininho voando iluminada, e quando apareceu ela ficou eufórica, e me agarrou no pescoço e ficou gritando  “olha mãe a Sininho iluminada, a Sininho iluminada, olha mãe”. E ficamos nós três sentados juntos assistindo aqueles fogos maravilhosos, a música linda, tudo tão deslumbrante e emocionante, e foi um momento sublime. 

Sabe, eu sou uma pessoa que não chora nunca, não chorei nem no final do Titanic. Mas quando a fada do Pinocchio começa a falar “When stars are born, they possess a gift or two. One of them is this: they have the power to make a wish come true.” Eu me arrepio toda, e então ouvimos os fogos de artifício no fundo e aquela vozinha de menina cantando “Starlight, Starbright, The first star I see tonight; I wish I may, I wish I might, Have the wish, I wish tonight” nossa… nessa hora não tem como evitar, eu já estou literalmente chorando, e continuo chorando ouvindo “When you wish upon a star, makes no difference who you are, anything your heart desires will come to you…” e então o grilo falante conta como ele passou a acreditar que as coisas mais mágicas podem acontecer, e que “All Started with a wish”… e ouvimos aquele tilintar mágico de pixie dust, e aparece a Sininho toda iluminada na torre mais alta do castelo… UAU… UAU… Parece que toda a emoção de todo  preparo, todo planejamento, cada dia de espera, de stress, de ansiedade, de sonho, tudo, tudo é recompensado naquele momento. Finalmente, estamos ali de verdade, finalmente o sonho se torna realidade… bom, isso é tudo que consigo descrever… depois, é só aproveitar o show, música, fogos, fogos, fogos, o castelo mudando de cor, vermelho, azul, laranja, rosa, e então milhares de luzinhas brancas que parecem cobrir o castelo de diamantes, e um final glorioso…


acho que eu podia terminar esse dia aqui, porque foi um final perfeito. Mas a verdade é que tínhamos ainda horas mágicas, e muito mais pra fazer!


Dia 14/11 (Domingo) – Magic Kingdom

Depois do almoço a Manu quis tirar a fantasia da Yasmim, que tava um pouco desconfortável (esta fantasia é feita de um tecido fininho que pinica, e tem lantejoulas no meio das pernas, então quando a criança anda as lantejoulas ficam puxando fios da outra perna, e logo a calça tava todinha desfiada). Já a Ellerim adorou a fantasia da Cinderella, e me disse que não queria tirar nem pra dormir. Bom, saindo do Castelo eu descobri porque a gente deve dar ouvidos às vozes mais experientes… Magic Kingdom no domingo em dia de horas mágicas, só pra louco mesmo… tava tudo muuuuito lotado. Então, eu queria ir no Philarmagic, que era uma das únicas coisas quase sem fila, mas a Ellerim queria ir no Small World, que tava com mais de meia hora de fila (vai contra meus princípios ficar mais do que 10 minutos de fila dessa atração), mas a mãe ficou me torturando “tadinha da tua filha, é só meia horinha blá blá blá” e no final eu achei que valia mais ficar meia hora na fila do que o dia inteiro ouvindo, então fomos pra lá… mas no caminho eu resolvi ir no banheiro, e disse eu alcançava eles depois. Quando eu voltei vi que a fila tava imensa mesmo (saindo pra fora) e não encontrei ninguém, então fui pedindo licença e ultrapassando todo mundo, me apertando pra passar pelas pessoas. Fiquei uns 5 minutos repetindo excuse me please, excuse me please, excuse me please, excuse me please seguindo a fila e nada deles, e eu continuei, atrapalhando todo mundo até conseguir chegar na frente, e nada do pessoal, e pensei, puts, e eles foram sem mim… liguei pra mãe do Walk Talk e perguntei “onde vocês tão???” “Bem aqui, na frente da fila…” “Não pode mãe, eu tô aqui na frente do barquinho, e não tô vendo vocês…” “Que barquinho?” “Como que barquinho mãe, o barquinho do Small World!!!” “Ah, a gente mudou de idéia e veio pro filminho”…………….. acho que não consegui nem responder na hora…. como?????? como???? Por que não me avisaram????? Não acredito… e lá sai a Karen com a maior cara de tacho o caminho inteiro de volta… excuse me please, excuse me please, excuse me please, excuse me please. Saí dali correndo, e fui pro Philarmagic pra tentar entrar com eles, mas a moça na entrada falou que as portas já tinham fechado, então fui tomar um sorvete do Mickey. Uns 10 minutos depois o Mauro me liga no Walk Talk dizendo que eu joguei uma praga, porque deu um problema técnico e mandaram eles embora… mas eu juro que não joguei praga nenhuma não, foi puro azar deles! Bom, depois disso só restava uma coisa a fazer… ir pra fila do Small World, claro! Mas dessa vez tive que ficar lá no final da fila mesmo… meu consolo é que a Ellerim realmente amou essa atração, e fala até hoje. 


Fomos então umas três vezes no Carrossel, que era a única atração sem fila (por que será?). Eu brinco, mas na verdade não sei mesmo, porque eu acho o Carrossel muito mais legal que o Dumbo, que tinha uma fila quilométrica… 

Não nos preocupamos em fazer muita coisa nessa hora, porque o parque estava insano de cheio, porque teríamos as horas mágicas e também porque era apenas o primeiro de três dias de Magic Kingdom. Não consegui encontrar a entrada para a Mickey’s Toontown por causa das reformas e então fomos para a Tomorrowland jantar no Cosmic Ray’s Starlight Cafe, e era noite de show com o Sonny Eclipse (tá bom, é verdade que esse show está sempre em cartaz…). Eu sempre vou nesse restaurante, porque foi ali que fiz minha primeira refeição na Disney na nossa primeira viagem com meu pai, e ele adorava esse restaurante. Mas na época ele parecia um pouco mais claro, e os shows realmente eram ao vivo, com uma banda, em alguns horários apenas. O palco subia, e a banda surgia do chão, e era muito legal. Agora é sempre show com o Sonny Eclipse, um animatronic que canta e conversa com o público, e é bem legalzinho. 


É um restaurante Quick Service com 3 baias, com cardápios diferentes. Tem também um buffet gratuito com saladas e molhos para colocar sobre a comida. Saímos dali direto pra frente do castelo, pra ver o show de fogos. 

Dia 14/11 (Domingo) – Magic Kingdom – Royal Table

Depois do café fomos para o quarto fazer o “Bibbidi Bobbidi Mamãe”, ou seja, transformar a Ellerim em Cinderella para o almoço no Royal Table (o restaurante dentro do Castelo da Cinderella). Foi suuuuuper divertido! Arrumei a fantasia, os acessórios e os enfeites de cabelo em cima da cama, e fizemos a “transformação” em princesa, e ela AMOU. Ela só se olhou no espelho no final e ficou se achando (e ficou linda mesmo). Eu já tinha comprado um sapatinho de paetês prateados na Target, e compramos no Epcot vestido, coroa, bolsa e varinha. E a Manu também ficou linda de Yasmim. As duas se divertiram um monte, e fomos então para o parque. 
Pegamos o ônibus para o Epcot, que é bem mais perto do hotel, para então pegar o Monorail para o Magic Kingdom. Quando estávamos chegando na frente da entrada do Epcot um cast member bateu continência e falou bem alto “Pincess entering the Park”. Foi muito legal… são essas coisas que fazem da Disney um lugar de sonhos. Pegamos o Monorail para o Centro de Transportes, e lá pegamos o Ferry para o Magic Kingdom, e todas aquelas emoções voltam à nossa memória enquanto atravessamos o lago.
 
Já era bem tarde, mas tivemos tempo de passear pela Main Street e assistir um pouco o show na frente do castelo. Eu e a Rô fomos comprar balões pras meninas, e a Ellerim quis aquele transparente por fora, com um Mickey roxo por dentro. Eu queria o cor-de-rosa, então eu comprei dois, um roxo e um rosa. Pois quando ela viu ela tirou o rosa da minha mão e foi até o vendedor devolver, e ainda me deu uma bronca… como eu disse, não sei quem puxou… O Balão é caro ($10), mas ela se divertiu tanto, mas tanto com esse balão que valeu cada centavo. Um fotógrafo do Photopass tirou umas 30 fotos nossas na frente do castelo (ainda bem que a gente já tinha comprado antecipadamente o Photopass por $ 99, porque depois dessas fotos eu não iria resistir mesmo, e ia acabar pagando os $ 149). 
 
Quando olhei o relógio já tava na hora do nosso almoço. Fomos correndo para o Castelo, na entrada em frente ao Carrossel, onde tem um balcão de atendimento. Passamos o nome da reserva (já tava tudo pago, pois só aceitam reserva com pagamento antecipado, inclusive da gorjeta). Essa foi a primeira vez que entrei no Castelo da Cinderella, e acho que é um sonho de criança de toda menina… Entramos primeiro numa salinha que tem um banco pra gente sentar e esperar pra tirar a foto com a Cinderella. Eles chamam uma criança por vez pra tirar a foto que faz parte do pacote, cada mesa tem direito a 2 fotos grandes e 2 fotos pequenas, que podem ser todas iguais ou diferentes. Quando chegou nossa vez a Ellerim ficou suuuuper tímida, e não quis chegar perto da Cinderella de jeito nenhum (ela até tentou, coitada, mas a Ellerim ficou apavorada). Eu então peguei ela no colo, e tiramos a foto juntas. Não fiquei frustrada com isso, pois já sabia que ela estava nessa fase, de não querer chegar perto de Papai Noel e personagens, e já aprendi que é melhor não forçar (mas isso mudou completamente antes do final da viagem, aos poucos a timidez simplesmente desapareceu, o que fez valer cada centavo que gastamos na viagem).  Depois a Manu tirou a foto, e subimos a escada espiral para chegar ao restaurante.
Eu achava que era igual aos outros restaurantes, que as pessoas vão chegando e saindo a toda hora. Mas ali é diferente. Eles lotam o restaurante, todos fazem a refeição, tem algumas brincadeirinhas no meio, e depois eles esvaziam o restaurante inteiro antes de entrar a próxima turma. Nós fomos uns dos últimos a chegar, e acabamos ficando com uma mesa bem na passagem da cozinha, e isso atrapalhou um pouco as fotos, pois as princesas paravam bem no local onde os garçons ficavam passando. Então, acho que vale a pena chegar meia hora antes. A nossa garçonete era eficiente, mas não muito simpática. A comida era gostosa. Tinha uma entrada de frios deliciosa, e eu comi peixe, pra variar um pouquinho, e tinha um cardápio infantil também.
 
Durante o almoço as meninas ganharam uma estrelinha e uma varinha da fada madrinha, e ela fez uma brincadeira, mas não consegui ver direito porque bem na hora eu tava traduzindo o cardápio da sobremesa pra todo mundo, e quando fui prestar atenção a brincadeira já tinha acabado. Passaram na mesa pra tirar  foto a Braca de Neve (que era um nojo de antipática), a Bela Adormecia, a Bela (com a roupa de camponesa) e a Pequena Sereia (essas foram um amor, principalmente a Aurora). Entregaram então a nossa foto (é uma pasta, que a gente abre e de uma lado tem uma foto só do castelo, e do outro a foto com a Cinderella). 
A gente tinha encomendado um bolo pra comemorar o aniversário da Manu, por $ 29 (o mesmo bolo sai por $ 21 nos outros restaurantes). Mas a garçonete veio falar comigo dizendo que não valia a pena, porque a gente não ia conseguir comer e nem ficar carregando o resto do dia, e que ela traria de graça um cupcake de aniversário. E isso foi bem legal. Cantamos os parabéns, e a Manu adorou. Ela até cortou o bolo, e a primeira fatia foi para a Rô e a segunda para a Ellerim, uma fofa. 
Quando terminamos não tinha mais ninguém no restaurante, e consegui ficar uns minutos observando os detalhes, e foi quando a Ellerim finalmente se soltou. Mas então tivemos que ir embora para a próxima turma entrar. Foi uma experiência legal, mas foi tudo muito corrido, a garçonete ficava apressando a gente o tempo inteiro, pra fazer o pedido, pra terminar de comer, pra escolher logo a sobremesa, e as fotos com as princesas também, tudo cronometrado. Mas tudo bem, eu não tinha outra expectativa, então foi tudo ótimo, e o melhor é que a Ellerim estava muito feliz, e foi exatamente no final desse almoço que ela começou a perder a timidez, depois de ver a foto dela com a Cinderella. Acho que esse momento (e todo esse dia de princesa) foi muito especial pra ela. 

Dia 14/11 (Domingo) – Café da Manhã no Pop


Acordamos às sete e meia, pois às oito era nosso café da manhã com a Rafaela e a Marcinha.  Fiquei com medo de acordar a Ellerim, porque ela tinha ido dormir muito tarde e tinha um grande risco de ficar antissocial, então só abri a porta conjugada para o quarto da mãe e fomos eu e o Mauro para o restaurante. Estávamos chegando e já ouvi uma voz me chamando, e era a Rafaela. Sentamos e começamos a conversar, e logo chegou o resto da turma (o Marido dela, Paulo, e o outro casal, Thais e Fabiano). É engraçado, porque esta foi a segunda viagem que nos encontramos sem combinar antes (sério mesmo, nas duas vezes descobrimos que estaríamos no mesmo lugar e no mesmo hotel apenas depois das passagens compradas). Era o aniversário de casamento da Rafaela e do Paulo, e eu, o Paulo e o Fabiano temos a mesma profissão, então temos bastante assunto em comum, e ficamos falando um tempo quando lembramos de ir buscar a comida… ficamos olhando, mas nada da Marcinha. Quando a gente já tinha começado a comer, e eu e a Rafaela falando sem parar, ouvi de novo o meu nome… e era a Marcinha! Ela e a família inteira! Logo eles conseguiram sentar na mesa ao lado da nossa, e também foram pegar comida. Mas estavam um pouco preocupados, porque tinham comprado os ingressos pra Universal e não estavam conseguindo encontrar (já pensou!). Mas o filho da Marcinha conseguiu falar pelo celular com outra pessoa da família, e no final conseguiram resolver. Eu vi como é bom ter celular quando a gente viaja com mais pessoas, e decidi que nunca mais vou viajar sem. Depois de comermos conseguimos conversar um pouco com a Marcinha e o pessoal dela, e fiquei arrependida de não ter trazido a Ellerim pra brincar com a filha da Marcinha. Depois a mãe também chegou, e foi muito legal o café da manhã. A mãe disse que dava para ver que a família da Marcinha era muito gente boa. Tiramos uma foto para registrar o “evento”. 

Dia 13/11 (sábado) – Epcot – World Showcase

Resolvemos então ir dar uma volta ao mundo (ai que delícia!). Começamos pelo Canadá, e já paramos no Kidcot, que fica no final do jardim (antes de chegar no país mesmo). A Ellerim adorou isso. Em cada parada eles carimbavam e escreviam o nome da Ellerim em várias línguas na haste de madeira que segura o ursinho Duffy (antigamente eram máscaras que as crianças pintavam, e hoje substituíram por esse novo personagem, Duffy Bear). 


Acho fantástico isso, eles arranjam um divertimento super legal para as crianças mesmo nessa parte do parque. Além das paradas para as crianças pintarem (as Kidcots) tem ainda o passaporte que pode ser comprado em qualquer país, e você vai carimbando de país em país, e também vários personagens para tirar fotos ao longo dos países. A gente sempre dava uma passadinha nos Kidcots, e depois a Ellerim acompanhava a gente mais calminha no resto do país. Eu adoro essa parte do parque, acho que o Epcot é meu parque favorito por causa do World Showcase. Mas eu ainda queria ir ali só com o Mauro, porque nunca tínhamos passeado pelos países sozinhos, e é um lugar tão romântico… decidi que isso aconteceria antes do final da viagem (vantagens de se viajar com a mãe). E assim fomos passeando pelos países, só aproveitando e curtindo. Pena que perdemos os Beatles (vimos eles indo embora). 


No Japão as atendentes são excepcionalmente atenciosas. Nunca recebi tantos “Happy Anniversary”, era só olhar que elas diziam sorrindo “Happy Anniversary”, uma graça. E os produtos da Hello Kitty são bem fofos (tem um monte de coisas). Mas o banheiro do Japão é péssimo (o pior de todos os parques da Disney). 


Continuamos passeando e neste caminho a gente descobriu por que a bebida alcóolica precisa ser muito cara, mas muito cara dentro dos parques. Bom, era festival de comida e vinho, e o parque estava LOTADO por causa disso, e com muitos casais sem filhos, que foram exatamente para comer e beber (pareciam casais de pais que estavam sem os filhos), e passamos por alguns grupos bem barulhentos. Um grupo tava particularmente “animado”, eles riam, cantavam alto e dançavam. Embora fosse alegre, não era uma cena que combinava muito com parque (acho que bebedeira não pega muito bem ali). Depois fomos visitar a nova parte da Itália, que ficou linda. Quando chegamos na Alemanha eu já estava com fome (providencial, já que chegamos na Karamell Kuche). Liguei pra mãe pelo walk talk, e combinamos de se encontrar ali, bem na frente do lago, onde tem umas mesas de madeira com bancos. Fui correndo nos Estados Unidos comprar nuggets pra Ellerim, entreguei pro Mauro e fui pra fila (enorme) do Karamell Kuche e já encontrei a mãe, e compramos um mooooonte de coisas… nossa, de matar. O Mauro deixou eu escolher tudo, e peguei o morango (que é imenso, coberto de chocolate ao leite ou meio amargo, nosso preferido, e com listras de caramelo), também o marshmallow com cobertuta igual, um pretzel comprido também coberto de chocolate e caramelho, um caramelo puro e um fudge de chocolate com caramelo (tá… é verdade que a gente não conseguiu comer tudo… mas, puxa, era tudo novidade, e tudo snack do plano de alimentação! Valia à pena tentar né…). O Mauro levou um susto quando viu a bandeja! Eu tava tão atracada na comida que nem vi o que a mãe e a Rô pegaram e até esqueci a foto… 


Comemos tanto quanto conseguimos. E a Ellerim tava feliz da vida por encontrar a prima de novo. Aproveitei e fui na lojinha de cristais, que eu amo, e comprei brincos lindos. O Mauro chegou, e quis comprar duas taças de cristal de vinho tinto, uma que o pé é o Mickey e a outra que o pé é a Minnie, e escrito nossos nomes (nós já tínhamos um par em casa, da viagem anterior, e sempre usamos em ocasiões especiais, e o Mauro deu a idéia de começarmos uma tradição, de comprar um par a cada viagem). Achei a idéia fantástica, e compramos então as duas taças, de um lado gravado o logo do Epcot (o anterior era do MK) e do outro o meu nome na da Minnie, e o nome do Mauro na do Mickey. Também compramos um copo pra Ellerim, com a Minnie desenhada e o nome dela. As taças e o copo seriam entregues no outro dia na lojinha do hotel (coisa boa não precisar carregar nada). Continuamos o passeio, e por fim chegamos no México, que é um dos meus países preferidos (perde só pra França). Adoro aquela pracinha, me faz lembrar da nossa lua de mel em Cancun. 


Lembro ainda da primeira vez que entrei na pirâmide, e fiquei de boca aberta, porque lá dentro era noite! Aquele vulcão no fundo, a pirâmide atrás do rio, os barquinhos passando. Nossa, lindo demais. A única coisa que achei estranho foi o céu. Já tinha notado na minha última viagem, mas achei que estava em manutenção. Antigamente o céu do México e dos Piratas do Caribe imitavam mesmo uma noite, a gente não via o teto. Agora, embora seja escuro, a gente consegue ver o teto… não sei, alguma coisa mudou no céu. Bom, mas continua lindo. Fomos então no passeio de barquinho, o Grand Fiesta Tour, e estava ainda mais lindo do que lembrava. Eu adoro mesmo esta atração, uma mistura de cenário e vídeos divertidos, passando por diversas paisagens do México como Acapulco, as pirâmides Mayas, e a Ellerim amou também. 


Saímos dali para a bola, que nesse horário já estava sem filas. Fenomenal este brinquedo. O Mauro foi com a Ellerim, e eu com a mãe. Uma delícia de atração, passar pela história da escrita e da imprensa, e depois ver o nosso futuro que a gente escolhe naquela parte interativa, bem divertida (e legal que até o áudio é em português!). E eu viajo naquele espaço estrelado. Daí, quando saímos, já eram oito horas, e a gente queria sair antes do IllumiNations (iríamos assistir no outro dia), para não pegar uma fila tão gigantesca no ônibus. Mas antes eu, a Rô e a mãe fomos para aquela loja grande comprar fantasias de princesas para o dia seguinte, que tinha almoço no Royal Table. Mas não foi fácil… era final de um dia de parque cheio, e estava tudo em falta (o que tinha vestido no tamanho não tinha coroa e assim por diante). Acabei comprando o vestido da Cinderella, e a Rô comprou da Yasmin. Vi que era tudo exatamente o mesmo preço de comprar na Bibbidi Bobbidi Boutique, a diferença é só o serviço (na Bibbidi Bobbidi você paga $ 59 pelo cabelo, maquiagem e unhas, e o resto é o preço da fantasia e acessórios que você escolher, e o preço destes é o mesmo em todas as lojas da Disney). Enquanto eu comprava o Mauro ficou brincando com as crianças naquelas luzinhas que acendem no chão, e agora tem algumas novas, coloridas, com formas espirais. Saímos do parque quando a música do show tava começando, e pensamos que estaríamos sozinhos… mas que nada! Tinha muuuuita gente saindo do parque (quem é que sai do parque bem na hora do show?!!?!?? Que povo doido…). Por essa eu não esperava… acabamos conseguindo pegar só o terceiro ônibus pro Pop… ainda bem que veio um atrás do outro. A idéia era jantar no restaurante do Hotel, mas quem disse que a gente conseguia comer alguma coisa depois da Karamell Kuche!!! Bom, mesmo assim a gente tentou né, porque somos persistentes… e também ficamos um tempão na lojinha do hotel. As crianças (que inclui o Mauro) brincaram no fliperama e tomamos muito café e quando a gente viu já passava das onze e meia… foi um dia muito bom, mas a gente precisava dormir, porque no dia seguinte tínhamos nosso café com a Rafaela e a Marcinha às oito da manhã.

Dia 13/11 (sábado) – Epcot – Future World

De manhã a mãe já bateu na porta conjugada do nosso quarto (nosso despertador). Acordamos e fomos tomar nosso primeiro café da manhã no Pop, que tem o melhor restaurante Quick Service da Disney! O restaurante parece uma pequena praça de alimentação de shopping. São 5 baias com opções diferentes de comidas (uma com doces e sorvete, duas com comida americana, uma com pizza e massas e uma com comida oriental). Os restaurantes têm um cardápio das seis às onze da manhã (que é o cardápio de Breakfast) e outro das onze à meia noite. Cada baia tem um display eletrônico no alto, com fotos dos pratos. Além disso, bem no centro tem algumas geladeiras e expositores de doces e cereais, num estilo mini mercado. Nas geladeiras tem todo tipo de bebida, iogurte e frutas (potinhos com uvas lavadas, maçãs cortadinhas, mix de frutas em pedaços que variam de $ 1,29 a 3,99) e fatias de pão (duas fatias saem $ 0,69). A gente só passa no caixa no final. Na frente tem três ilhas grandes com várias bebidas Self Service (café, creme, chá, refrigerante, suco, água, gelo, chocolate quente), temperos, manteiga, geléia, mel, condimentos, maionese (tudo isso é gratuito, inclusive as bebidas para quem tem a caneca refil).  Também tem micro-ondas, pia para lavar as canecas, com guardanapo para secar e torradeiras. Depois de pegar tudo seguimos para as mesas, que ficam atrás e dos lados das ilhas. Num canto tem algumas mesinhas e cadeirinhas infantis coloridas, na frente de uma TV enorme que fica no canal da Disney (claro). 

Quando chegamos no restaurante a Ellerim foi direto pras cadeirinhas coloridas, e eu e o Mauro resolvemos fazer a experiência de deixá-la sozinha pela primeira vez na vida. Então, falamos pra ela não sair dali (ela costuma ser um pouco obediente), e fomos comprar a comida (na verdade não foi tão fácil assim, eu voltei algumas vezes para olhar de longe, me senti o Marlin, o pai do Nemo…). Mas foi bom, fizemos isso todos os dias até o final da viagem. Comemos panquecas (o Mauro experimentou um mel, tipo Karo, que achou horrível, eu fiquei na manteiga, que é bem gostosa, mas parece mais um creme aerado). Junto com as panquecas vem um hambúrguer pequeno que eles chamam de sausage, e que tem um gosto muito forte (arrrgg). E, claro, bacon (esse eu gosto… infelizmente). E ainda tem a sobremesa, que sempre vem junto, e pegamos um doce de maçã. Pegamos sucrilhos pra Ellerim, e suco de laranja (ela adora suco de laranja, mas o da Disney ela achou bem ruinzinho, meio azedo). E o café, que delícia, com aquele creme half and half na caneca Mug… hummmm era a melhor parte do café da manhã. A caneca agora é vermelha, e as tampas a gente escolhe entre amarelo, preto e vermelho (a gente tinha uma de cada cor). 


Eu fiquei tanto tempo em casa olhando as fotos e sonhando com aquele restaurante que nem parecia verdade que eu estava ali… esse restaurante é um dos pontos altos da viagem pra mim. Na saída paramos na lojinha do hotel, e fui ver como funcionavam os tais dos Gift Cards. São cartões, como cartão de crédito, com vários temas da Disney. A gente abastece o cartão com quanto dinheiro quiser, e serve como cartão de crédito em qualquer loja ou restaurante da Disney. Antes de abastecido eles não têm valor nenhum, e ficam expostos nos caixas das lojas. Comprei um cartão pra Ellerim, coloquei $ 50 e disse pra ela que os brinquedos que ela quisesse comprar ela teria que pagar com o cartão. Ela entendeu muito bem o conceito, e AMOU, ficou toda boba com o cartão, e fazia questão de ela mesma entregar o produto e o cartão no caixa (inclusive foi assim que descobri que tenho uma filha pão dura). Depois do café fomos passear pelo hotel, na parte do lago, porque na última viagem não conseguimos conhecer esta parte. Vimos então o hotel do outro lado do lago, com os primeiros anos do século. Vimos máquinas trabalhando na parte do Lobby, mas os prédios dos quartos estavam abandonados. Espero realmente que eles terminem, pois será muito legal (e a Disney está precisando mesmo de mais quartos econômicos). 


Estávamos só nós três, porque a mãe e a Rô foram cedo pro Epcot. Saímos do hotel mais ou menos onze horas, e já pegamos um ônibus para o Magic Kingdom (entre o Magic Kingdom e o Epcot tem monorail, então, tanto faz qual ônibus você pega). Como era o primeiro dia eu queria já dar uma olhadinha no castelo, nem que fosse só de longe… Os ônibus da Disney deixam os passageiros bem na frente do parque (diferente de quem vai de carro, que chega no estacionamento que fica no Centro de Transportes, e dali precisa pegar o monorail ou o barco para chegar no parque). Chegamos lá e deu uma vontade incrível de entrar… mas fomos procurar o monorail para o Epcot. Eu achava que tinha um monorail direto entre MK e Epcot, mas na verdade o monorail é entre o MK e o Centro de Transporte, e de lá tem outro direto para o Epcot. Então são 3 linhas, uma entre o Centro de Transportes e o MK (que passa dentro do Contemporary), uma entre o Epcot e o Centro de Transportes e ainda uma que para nos hotéis (Polynesian, Grand Floridian e Contemporary), no Centro de Transporte e no MK. Eu queria experimentar todas, mas nesse dia pegamos o monorail direto para o Centro de Transportes e lá pegamos o direto para o Epcot. E o bom é que não precisamos fechar o carrinho da Ellerim! Esse passeio de monorail para o Epcot é muito lindo, porque passa dentro do parque e dá a volta na bola! É muito legal mesmo. Assim que chegamos resolvemos tirar fotos, pois o dia tava perfeito. Estava bem quente pela primeira vez em dias, o céu azul claro com algumas poucas nuvens brancas, parecia desenhado. Aquelas fontes por todos os lados, pequenos lagos, flores, árvores, um ventinho… não tinha como ser mais perfeito. Tiramos uma foto mais linda do que a outra, com rosas por todos os lados. 


A Ellerim percebeu sozinha que tinha uma fonte que a água subia em vez de descer (olha mãe, o rio tá ao contrário). E vimos um show de águas dançantes naquela fonte grande na frente da bola.


Pensamos então em ir para o World Showcase para aproveitar o festival de comida e vinho. Mas as coisas não funcionaram bem como a gente imaginava (pra variar). Tudo tinha muita fila, e as pessoas se esbarravam pra todo lado, cheiro de comida e fritura por tudo. Mas tudo bem. O pior não foi isso. A gente ficou tentando imaginar a logística do negócio… um teria que carregar o carrinho da Ellerim, o outro carregaria a comida, mas não tem bandeja, então daria para segurar um prato com cada mão… e as bebidas? E comer onde, se não tem cadeiras, só umas mesinhas altas? Ficamos olhando e vimos que definitivamente não ia rolar. Eu tinha muito expectativa pelo festival, pois seria minha primeira vez, mas descobri que não é um programa para fazer com crianças pequenas. Com certeza teria curtido muito se estivesse sozinha com o Mauro, mas não deu. E o parque fica bem mais cheio por causa do evento. Como já era meio dia e eu tava numa baita indecisão, liguei pra mãe pelo walk talk, e tentei combinar de ir almoçar no The Land, mas não foi fácil… a mãe “ainda” tava aprendendo a usar o walk talk, e cada vez que ela queria falar ela apertava no botão da campainha antes de apertar no botão de falar, e daí quando ela falava a campainha ainda tava tocando… e ela ainda ficava indignada que eu não conseguia ouvir, dizia que o aparelho era muito ruim… Ela não entendia o que era o The Land e eu ficava falando “no Soarin, Soarin”, e ela dizia “já fui, já fui”, mas finalmente ela captou a mensagem, e nos encontramos no The Land pra almoçar. 


Essa atração é legal, porque tem um monte de coisas junto, tem refeição com personagens, restaurantes diversos, atrações legais como o Soaring, bons banheiros, tudo num lugar só. O Mauro foi sentar com a Ellerim, e eu peguei comida para cada um em lugares diferentes. Tudo do plano de refeição (eu sempre pego a comida, porque não tenho muita paciência de ficar sentada esperando). Para mim e o Mauro peguei 1 refrigerante e 1 café (porque aqueles copos deles são gigantes, e como quase não pego gelo, é refri que não acaba mais, então a gente sempre dividia). E a refeição vem sempre com sobremesa (que perdição). A gente pegava uma fruta e um doce, para comer com o café. Almoçamos com a família reunida, mas tivemos que trocar umas 3 vezes de mesa porque a mãe ficava reclamando que estava sempre embaixo do ar condicionado (claro, tinha ar condicionado em todo lugar). Mas em defesa dela eu tenho que dizer que na Disney eles não têm a mínima noção em relação a ar condicionado. Eles são loucos, colocam o ar no máximo, de gelar os ossos. A gente fica naquele calorzão, e de repente entra na geladeira, é uma loucura. E a gente vê aqueles americanos com os bebezinhos só com fralda e uma camisetinha naquele ar congelante… nossa, é um contraste muito grande de temperatura. Eu ficava congelada nos restaurantes, e sempre tinha uma blusinha pra Ellerim. A mãe e a Rô já tinham feito praticamente tudo no parque, e eu e o Mauro mal tínhamos começado, então acabamos nos separando de novo. Fomos no Living With The Land, que o Mauro não conhecia, e achamos lindo. Esta atração foi reformada, e está muito legal para crianças pequenas e para quem gosta desses passeios (acho que para adolescentes deve ser uma chatice). Passamos por aquela parte com dinossauros, muito legal, pela fazendinha, e depois pelas plantações, tudo muito claro com areia branca e água, e umas frutas e legumes enormes, e tanques de peixes. 


É um passeio de barquinho educativo. O Mauro e a Ellerim adoraram. Fomos então para o Figment, que é bem fofinho (lembro da minha primeira viagem), e o melhor é que não tem fila. Na lojinha da saída tentei comprar um Figment grande pra Ellerim, mas ela não quis presente, e escolheu o menor de todos e comprou com o cartão dela. Seguimos para o Nemo, que eu acho uma atração muito linda. A fila já é tematizada, aquele clima de praia, a gente vê o barco de baixo, e é bem rápido porque os carrinhos são contínuos (acho o máximo isso de carrinhos contínuos). 


O desenho projetado no aquário é um barato. E no final chegamos naquela parte super interativa. Tem parquinho com atividades, aquários, show com o Crush. Adoro essa atração. Mas sair de lá não foi fácil. Olha, eu e o Mauro adoramos aquários grandes, mas a Ellerim ganha de nós dois juntos. 


Não tinha jeito de convencer ela a ir embora… ela ficou grudada na frente dos aquários e não queria sair, dançava, fazia pose pra foto, olhava… mas acabei convencendo ela com o picolé do Mickey (ela sempre via nas fotos da última viagem, e vivia dizendo que queria comer na Disney). E logo na saída do brinquedo já encontramos um carrinho vendendo o sorvete (mais snacks, hummmm). Esse picolé é maravilhoso, não existe nada igual. Hoje em dia a gente pode comer à vontade, mas nas minhas primeiras viagens (quando tudo era muito caro, o dinheiro era contadinho e não existia cartão de crédito internacional) a gente podia comer só uns quatro a viagem inteira… nossa, era um acontecimento! 


Fomos então pra lojinha da coca cola, que tem refris de vários lugares do mundo, e é bem legal provar de graça todos aqueles sabores de refrigerante. Mas a loja estava lotada, e o chão, o que é aquilo? Parecia que eu tinha ventosas nos pés, de tão grudento… que agonia andar ali, a gente ía andando e cada passo tinha que desgrudar o pé do chão. Como estávamos por ali já fomos no Innoventions West Side. Vimos uma filinha e entramos, e era um jogo para as crianças sobre educação financeira. Ganhamos um porquinho grande e pesado, tipo um cofrinho, e íamos seguindo etapa por etapa brincando, tudo com legenda em português. Em cada etapa e gente colocava o porquinho em um compartimento (sempre diferente), jogava, acumulava dinheiro no porquinho e seguia para o próximo. Bem divertido mesmo. Continuamos passeando pelas outras atrações até o final, onde tem um caminhão de bombeiros bem legal. 

Dia 12/11 (sexta-feira) – Boardwalk – Epcot – Garden Grove – Disney Floral & Gifts


Coloquei o endereço do restaurante Garden Grove no GPS, e fomos direto, cinco minutos do hotel. O que eu não sabia é que o estacionamento nos hotéis Swan e Dolphin é pago (US$ 12 a diária), e todos os demais hotéis do Boardwalk tem estacionamento gratuito para hóspedes. Paciência. Deixamos o carro lá mesmo, porque a gente nem pegou mapa. Eu estava bastante ansiosa, porque nas três últimas viagens minha tentativa de visitar o Boardwalk não deu certo, e eu realmente queria muito conhecer. E fiquei de boca aberta desde o início. É ainda mais bonito do que eu imaginava. Simplesmente fenomenal. E para quem chega direto pelo Boardwalk, vale a pena voltar ate o Hotel Swan, passando pela ponte, porque o caminho também é lindo.  Não é grande (bem menor do que eu imaginava), mas os hotéis indescritivelmente lindos, o lago com o deque de madeira, e a praia, as lojas, restaurantes, mágicos e malabaristas de rua, bicicletas, tudo com a bola do Epcot no fundo, muito maravilhoso. Fica ao redor de um lago, e simula um vilarejo dos anos 30 em Atlantic City. 


E que clima… na frente do restaurante da ESPN o Mauro encontrou uma máquina de moedinhas prensadas, e ficou todo feliz fazendo as moedinhas dele. Eu estava extasiada. E tem ainda uma boate com entrada gratuita (mas nessa não fomos por causa das crianças). 


Descobri que a entrada do Epcot era bem pertinho, e como tínhamos um dia de parque sobrando, resolvemos ir à pé até o Epcot, para ver a sensação de entrar pelo International Gateway (sabe aquela lojinha meio escondida depois da Inglaterra, quando você não entra à esquerda para a ponte da França, e segue reto, então, é atrás dessa loja). Quando a gente começou a atravessar a ponte que liga o Boardwalk ao Epcot já começamos a ouvir as músicas dos Beatles vindo da Inglaterra, e a música foi aumentando, e eu até me arrepiei… como é maravilhoso a gente chegar num lugar que a gente ama, e ainda ouvindo uma música especial pra gente (eu e o Mauro somos muito fãs de Beatles, tanto que no nosso casamento o Mauro entrou com Yesterday, cantada por um tenor). Foi tudo muito romântico. Eu adorei entrar no Epcot pelo World Showcase, achei uma experiência bem diferente. Fomos direto pra França, e quando estávamos atravessando a ponte do “Canal da Mancha” eu fiquei muuuuuito boba de orgulhosa da Ellerim, porque ela olhou pra frente e deu um berro “Mãããe, olha a Torre Eifel”… que fofa, eu nem tinha comentado com ela que sobre a torre… That’s my girl! 



Chegamos na França e eu estava louca para usar nossos snacks. E era dia de International Food & Wine Festival. Foi a primeira vez que peguei o festival, e não sabia bem como funcionava. É assim, há várias barraquinhas ao redor de todo o lago, e as barracas vendem comidas e bebidas típicas de vários países do mundo (não apenas os países do parque, mas de muitos outros, inclusive do Brasil). São porções pequenas (pode comprar com snacks do plano de alimentação). Não há mesas com cadeira para sentar, então, a pessoa tem que comer em pé (tem apenas algumas mesinhas altas para apoio). Demos uma olhada, e deixamos para conhecer melhor no dia seguinte, que também era de Epcot. Fomos direto para a Boulangerie Pâtisserie, que eu AMO. Tinha uma filinha normal, e eu e o Mauro pegamos uma bomba, um folhado, uma espécie de Carolina, com uma montanha de creme, uma torta de limão e um café (tá, foi um pouquinho de exagero, mas eram dois anos sonhando com isso…), e o melhor: tudo de graça! Foram 5 snacks. 



Entramos na lojinha que tem nos fundos (aquela da saída do filme, onde tem o Kidcot), porque lembrava que ali tinham mesinhas, e comemos enquanto a Ellerim e a Manu brincavam no Kidcot. E estava tudo inexplicavelmente maravilhoso, um sonho! Passamos na loja de vinhos, e compramos um Beaujolais por $ 6 (eu fiquei namorando o Châteauneuf-du-Pape, que estava $ 11, mas resolvi deixar para outro dia). A mãe tava toda agoniada, e não queria me esperar, e acabou comprando sozinha um vinho do festival, que além de mais caro vinha bem menos (a taça da loja vem bem cheia, e a do festival vem quase pela metade), e ficou reclamando um pouco (quem manda ser agoniada…). Saindo dali, resolvemos só passear, sem compromisso. Chegamos até a Alemanha, espiamos a Karamell Küche, e resolvemos voltar, pois estava quase na hora do nosso jantar. Voltamos à pé pelo mesmo caminho, passando pelo Boardwalk, que também é lindo à noite. Fomos até o Hotel Swan, e já vimos o restaurante Garden Grove (que não aceita plano de alimentação da Disney, por ser terceirizado). Os personagens da noite eram o Rafiki e o Timão. Entrando no restaurante já vimos a árvore iluminada bem no meio, e nossa mesa era bem embaixo da árvore. Eu achei o ambiente fenomenal. 



Este restaurante tem um cardápio por dia, e é buffet com algum prato feito na hora. Neste dia era noite de frutos do mar, e tinha caranguejo gigante. O prato feito na hora era risoto. A mesa de sobremesas era um espetáculo à parte. E também tinha o buffet infantil. A Ellerim nesse dia estava bastante tímida, e não quis saber do Rafiki de jeito nenhum. Depois, também não quis tirar foto com o Timão (acho que ela foi pega de surpresa, porque eu tinha dito pra ela que o Pluto ia jantar com a gente, e, convenhamos, o Rafiki é feio pacas). Mas eu já aprendi a não ficar forçando (o Mauro teve que me ensinar, porque eu, como nunca fui tímida, não conseguia entender isso), e com o tempo ela foi se soltando, e um pouco mais tarde os personagens voltaram, e ela acabou adorando o Timão. Uma hora eu tava distraída na mesa, e o Rafiki veio por trás e encostou o rosto na minha orelha, e eu dei um berro de susto, que fez o restaurante inteiro olhar pra mim e começar a rir das palhaçadas dele. Isso é legal desse restaurante, pois como ele não é tão cheio, os personagens dão um pouco mais de atenção às mesas (não só aquela passada corrida dos outros restaurantes com personagens). No final, usamos sem problemas o cupon de $ 25 que comprei por $ 3 no restaurat.com (um baita negócio). Saímos do hotel e fomos até o Boardwalk correndo, porque vimos de longe os fogos no Epcot. Eu fui correndo na frente com o carrinho da Ellerim, e quando cheguei na frente do lago vimos os dois últimos fogos, lindos. Começamos a voltar para o Swan, e quando já estava na ponte que liga o Boardwalk ao hotel começamos a ouvir os fogos de novo, e lá vou eu mais uma vez correndo na frente com o carrinho da Ellerim, e quando chegamos na frente do lago vimos só os dois últimos fogos de novo. Esperamos mais um pouquinho e nada, e demos a volta, e quando já tava quase na ponte começou de Novo! Dessa vez vi dali mesmo… ainda bem, porque era só o finalzinho. Mas já foi bem legal. Imagino que deve ser muito maravilhoso ficar em algum desses hotéis do Boardwalk. Voltando para o estacionamento, passamos de novo por dentro do hotel Swan, e entramos na lojinha para conhecer (fiquei feliz de ver que a do Pop é até melhor), visitamos o saguão e depois casa! 

Quando chegamos no quarto, SURPRESA! Tinham 2 presentes lindos pra Ellerim em cima do balcão da TV, um do Mickey e outro das princesas, e ela ficou eufórica. 


Eram os presentes que compramos no Disney Floral & Gifts, o serviço de entregas da Disney (as compras são pelo telefone 407-827-3505). O primeiro era o “A Royal Welcome”, das princesas, que custou $ 36,00, e tinha pirulito, um álbum de autógrafos com lugar para fotos, uma caneta e uma coroa que pisca, tudo das princesas. O outro era “Mickey, Minnie & Me” que custou $ 67,00 e tinha chapéu infantil com orelhas do Mickey (pode personalizar por US$ 8,00), um porta retrato de madeira do Mickey, uma caneta com livro de autógrafos simples, um livrinho para colorir, folhas soltas para colorir, canetinha, giz de cera, e um estojo lindo da Minnie, com 3 fechos, completo, uma cesta grande com 4 cestas pequenas, um Mickey e uma Minnie de pelúcia de tamanho médio. O custo total com entrega e taxas foi de $ 118,70. A Ellerim realmente gostou, tanto que até as cestinhas ela amou, e usou pra guardar os brinquedos a viagem inteira (imagina, chegar na Disney e ganhar presentes das princesas e do Mickey! Mágico né…). Foi a primeira vez que usamos o Disney Floral, e adoramos! Mas achei o custo benefício do Mickey bem melhor que o das princesas.

Dia 12/11 (sexta-feira) troca de hotel e chegada na Disney


Saímos do Hotel Econo Lodge Inn & Suítes às onze horas. Um funcionário disse que não precisava fazer check out, e esquecemos completamente de ir buscar os US$ 28 que a mãe deixou de garantia em dinheiro (lembrei só no Brasil). O GPS fez um caminho bem curtinho, e logo estávamos vendo aquela placa maravilhosa: Walt Disney World – Where Dreams Come True. Nossa, que emoção, é uma sensação de felicidade muito grande. Parecia que estávamos começando uma nova viagem, e que aquele era o primeiro dia. Chegamos bem rápido no hotel, e o Mauro estacionou e eu já fui sozinha para o check in (larguei ele com a Ellerim e as malas). Eu fui rápido porque não fazia idéia se teria fila ou não. Escolhemos esse dia para chegada porque era o primeiro dia de plano de alimentação grátis (com o plano nosso pacote ficou com preço muito bom, 10 diárias, 8 dias de ingressos, transporte e toda a alimentação por um total de $ 1.957 para os três). Cheguei no Lobby e não tinha nenhuma pessoa na fila, e fui atendida na hora por um rapaz bem simpático, e um tanto atrapalhado. Ele me disse que conseguiram quarto para a gente nos anos 50 (como havia pedido por telefone uma semana antes), no prédio do Vagabundo (eu pedi a Dama ou o Vagabundo), e também o quarto conjugado para a mãe e a Rô, e que todos os quartos já estavam prontos! Melhor impossível! Logo a mãe chegou, e fui ajudar ela a fazer o check in, mas nisso o meu atendente esqueceu nossos bottons de comemoração, e os brindes (as tags das malas, e os cupons de desconto e para usar no fliperama). Mas pedi para a atendente da mãe, e ela me deu tudo. Eu e o Mauro ganhamos o bottom de aniversário de casamento, a Manu ganhou o de aniversário, e todos nós ganhamos o de reunião familiar. Muito legal os bottons. Eu e o Mauro colocamos na alça da bolsinha do dinheiro/passaporte, e usávamos todos os dias. Pegamos nossas chaves do quarto, uma para cada um, com o nome impresso, e elas já eram também nossos ingressos e nossos cartões de crédito e de alimentação. Explicaram que cada quarto tinha direito a 60 refeições completas (prato + sobremesa + bebida) e 60 snacks, que poderíamos consumir na ordem que quiséssemos (até o final de 2011 o Quick Service tem direito a 2 snacks por dia por pessoa, mas a partir de 2012 passará a ter apenas 1 snack por pessoa por dia). Quando escolhemos sorvete de sobremesa, eles carimbam o ticket, que vale por 90 minutos, para poder voltar e pegar o sorvete. E ganhamos ainda a Mug, para poder beber qualquer coisa no hotel (como as refeições incluem bebida até no hotel, pegávamos garrafinhas de água ou gatorade para levar para o quarto e para os parques, e tomávamos o refri/café com a caneca). Nesse tempo que ficamos fazendo o Check in, as meninas ficaram na sala de TV do Lobby, que é muito fofa, com as paredes todas pintadas, e com duas máquinas de fliperama grátis. 



Já fomos até a lojinha e o restaurante, fazer nossa primeira refeição, antes mesmo de entrar no quarto. Eu peguei uma carne com brócolis e arroz, e o Mauro um macarrão oriental com camarão. Mas tadinho, o camarão era muito apimentado, mesmo assim ele aguentou firme até o fim. 


De sobremesa, nós dois pedimos o sundae, e o tamanho era incrível, muito grande e delicioso! Pra Ellerim, o de sempre. 


O legal da refeição infantil é que vem sempre com dois acompanhamentos, que você pode escolher entre: maça cortadinha, uva, cenourinhas, gelatina, pudim de chocolate, e um purê de maça (arrrg) ou batata frita. A Ellerim quase sempre ficava com as cenourinhas e a gelatina, que ela adorava. Depois demos uma voltinha na lojinha (que é maravilhosa), e passamos no Arcade (fliperama), que é imenso, e cheio de jogos legais. A Ellerim ficou louca! Mas deixamos para voltar outro dia. Eu fui então com a Ellerim para o quarto, e o Mauro foi estacionar o carro mais perto do quarto para pegar as malas (ele fez três viagens). Adorei a localização do quarto, porque era o mais próximo do Lobby possível para um quarto standard, e tinha uma vista lateral do lago, que é muito lindo. Mas ficava longe do estacionamento. Como a gente quase nunca saía de carro, não fez muita diferença (a gente até resolveu deixar o carro no estacionamento do Lobby, porque depois do café deixávamos as canecas no carro, para pegar quando a gente voltava do parque, e assim a gente não precisava ir até o quarto buscar, e podia ficar direto no restaurante). Chegando no quarto já vimos um bichinho feito de toalha na janela, muito fofo. O quarto tem duas camas de casal, um criado mudo com gaveta, uma cômoda com 6 gavetas, com uma TV de LCD de 37 polegadas em cima (que quase só passa canais da Disney), um cabideiro com maleiro em cima ao lado da pia (a pia fica fora do banheiro, e tem uma bancada), tábua e ferro de passar roupas, um cabo para internet (que custa $ 10 por dia) e um cofre, bem estreito, com chave manual, uma mesinha com duas cadeiras. 


O banheiro tem uma banheira tradicional, com chuveiro, e cortina (típico de hotel americano). Abrimos as portas conjugadas, e enquanto a Ellerim brincava com a Manu eu arrumei todas as roupas (não consigo deixar as roupas na mala…) Não foi uma tarefa muito fácil, porque tinha bem menos espaço no quarto e bem mais roupas depois das compras. Encontramos um canto para deixar as duas malas cheias de compras, e colocamos as outras vazias no maleiro em cima do cabideiro. A cômoda tinha uma prateleira em cima das gavetas, e ali coloquei todas as comidas e bebidas que tínhamos comprado (uma mala de mão cheia). Até que o quarto ficou organizado (a mãe achou bagunçado, mas fiz o melhor que pude com 4 malas cheias e duas crianças correndo, gritando e rindo por todo lado). Outra coisa legal foi a cerquinha que eles forneceram para a Ellerim não cair da cama. Pedi direto para a camareira, e ela já deixou na cama, encaixada dos lados (eu não sabia o nome e estava com preguiça de ir até o Lobby, então deixei um bilhete em cima da cama escrito: I would like, if possible, something to prevent children from falling out of the bed. Thank you, e quando voltamos para o quarto lá estava a cerquinha). Como o trabalho do Mauro é só arrumar as malas, e não “desarrumar” ele ficou o tempo inteiro deitadão na cama, até eu empurrar ele pro banho. Ai que delícia, aqueles shampoos e sabonetes do Mickey! Eu usei só um na viagem, o resto trouxe para o Brasil, para poder “continuar viajando” aqui… eles colocam todos os dias um sabonete de banho, um de rosto e um shampoo, mesmo que você não peça, e se pedir eles colocam mais. Terminamos tudo e nos arrumamos antes das quatro, e resolvemos ir passear por Boardwalk, pois era lá nosso primeiro jantar com personagens.


Dia 11/11 (quinta-feira) – Compras, Mini Golfe e Ripley’s

Nesse dia resolvemos nos separar, porque a mãe e a Rô queriam ir para outlets, e também porque a Ellerim e a Manu juntas ficavam mais difíceis de “controlar” nas lojas. Então, saímos só nós três. Nossa prioridade era encontrar as malas, e estava sendo um drama escolher, porque o Mauro não gostava de nada que eu escolhia (eu queria malas iguais e baratas, qualquer uma, e ele não gostava de nenhum conjunto, e queria malas boas).

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Dia 10/11 (quarta-feira) – Orlando Magic no Amway Center!

O novo estádio Amway Center!

Continuação do diário de bordo, conhecendo a nova arena do Orlando Magic, Amway Center (a arena antiga era a Amway Arena, que ainda existe, mas não abriga mais os jogos, apenas outros eventos menores)!
Você pode comprar seus ingressos já no Brasil clicando aqui! Observe que o site só aceita Cep americano, então coloque o Cep do hotel, mas coloque o seu endereço correto, senão o cartão de crédito não libera a compra. O ideal mesmo é ligar antes para o cartão avisando que terá uma compra internacional.

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Dia 10/11 (quarta-feira) – Sea World


Saímos perto de onze e meia, porque o Believe era meio dia e meia… mas mesmo indo direto, estacionando no estacionamento VIP, e andando super rápido para o estádio a gente chegou atrasado… nossa, como é demorado entrar nos parques né… Ainda pegamos um lugar para sentar, mas assistimos só o final do show. Ainda bem que todo mundo já tinha visto em outras viagens. Ficamos nos enrolando um pouco pelo estádio, para decidir onde almoçar, mas então todo mundo que saiu do show pensou a mesma coisa e todos os restaurantes estavam lotados. Fomos para o The Terrace, que é um restaurante lindo, que tem poucas opções, mas estava gostoso. Ficamos quase meia hora na fila. Quando saímos, tiramos fotos com personagens, e na frente do jardim do fundo do mar encontramos vários tratadores com vários bichinhos lindos (tipo macaquinhos e outros mamíferos pequenos). Os tratadores explicavam os hábitos do animas, enquanto eles andavam pelos seus braços e comiam algumas nozes e frutas secas… (eram 3 ou 4 tratadores, que ficavam um pouco distantes uns dos outros) muito fofos mesmo. 

Logo o Mauro parou num daqueles jogos de basquete, e ganhou um pinguim grande, bem fofo. Seguimos para o simulador do Expresso Polar, que já estava aberto (embora a data oficial para abertura fosse só dia 12). Fiquei bem feliz, porque tinha perdido esse brinquedo na última viagem. E agora ele foi todo reformulado, e o filme é aquele do Expresso Polar, com narração de Tom Hanks, e é muito lindo. Não tinha fila nenhuma, e a mãe foi com a Ellerim no filme sem simulador. Adorei o novo filme, tudo de natal, e a estação polar também, estava toda enfeitada (não sei se eles vão manter esta atração assim depois do natal, mas tomara que sim). 

A Ellerim adorou ver a baleia beluga e as morças. Lindos estes animais. O urso polar estava dormindo, e não chegou a mergulhar. Estes observatórios também podemos ver tanto por cima quanto por baixo. E todo o ambiente ali é lindo, imitando uma estação polar de verdade. 





Muito divertido, e acabamos ficando mais de meia hora por ali, e quando vimos, estava em cima da hora do show dos golfinhos. Mas a Ellerim tava muito ansiosa para ir no labirinto e no parquinho de areia, e a Manu queria ir no parquinho molhado, e elas não quiseram ir de jeito nenhum no show. Nossa, fomos dois dias na Sea World e assistimos 1/3 de show… mas tudo bem, desde o início a gente quis fazer uma viagem sem compromisso, para fazer só aquilo que desse vontade na hora. Esse dia estava bem quentinho, e foi muito gostoso ficar ali pelo Samu’s Happy Harbor. Eu tirei o tênis e entrei com a Ellerim no parquinho de areia, e foi uma delícia, e a Rô foi com a Manu no parque molhado. 



Depois, eu e a Rô deixamos as meninas com o Mauro no labirinto (coitado) e fomos para a Manta (iupiiiiiii!!!!). Gente, tudo de bom essa montanha russa. A fila já tem um aquário espetacular (tem um observatório deste aquário por fora, para quem não quiser ir na montanha russa). A fila estava vazia (mas vazia mesmo, a gente chegava e já ía pro carrinho, só tinha fila para os primeiros lugares). Primeiro a gente senta na cadeira (suspensa por cima) normalmente, e então colocamos a barra de segurança nos ombros, daquelas de descem, e então UAU, a cadeira vira e a gente fica completamente de barriga pra baixo, suspenso! A gente já começa a rir nessa hora. Do nosso lado estavam dois brasileiros, pai e filha. Eu não sabia muito o que esperar, mas a sensação foi maravilhosa! É uma montanha russa muito, mas muito gostosa e confortável. Adorei, e resolvemos ir mais uma vez. De novo um brasileiro de cada lado (uma esposa que o marido não teve coragem, e um marido que a esposa tinha medo). voltamos para o parquinho, mas mesmo sem fila, contando a ida e volta, levamos uma hora. Quando chegamos o Mauro ainda estava quase se matando correndo atrás das duas no labirinto (rsrsrsrsrsrs). Então, deixamos a Ellerim com a mãe e a Rô no parquinho, e fomos embora do parque, porque tínhamos o jogo de basquete. Fomos andando bem rápido, e tentei convencer o Mauro a tentar a Manta, mas não teve jeito (agora ele se arrepende de não ter ido). Passamos então uma última vez no Shark Encounter (primeira vez que passo nesse aquário completamente vazio, foi demais), e eu queria passar nos pinguins, mas o Mauro vetou por causa do horário (snif).

 Nossa, deu muuuita pena de ir embora, porque o parque estava lindo demais com sol, e completamente vazio.




Dia 10/11 (quarta-feira) – lavando (e manchando) roupas

Este era nosso segundo dia de Sea World, e não tínhamos muitas pretensões além de assistir um ou dois shows e ver os animais e ir no parquinho de areia, que a Ellerim não parava de falar. Estávamos mais animados para o jogo de basquete da noite. Então, de manhã resolvemos lavar roupas (nossa, muita roupa, de 6 pessoas). A mãe, toda atacada, já foi cedo cumprir o ritual matinal dela… todos os dias ela batia na porta do nosso quarto uma hora antes do combinado com dois cafés com creme que ela pegava no Lobby (que tinha café gratuito 24 horas), e dizia: olha o café pra vocês, e eu já tô pronta esperando tá… mas mãe, a gente não combinou daqui uma hora? É, mas sabe como é né, é melhor sair mais cedo.. (??? Vai entender… então porque não combinou mais cedo né…). Nesse dia, além de entregar o café ela pediu todas as sacolas de roupa para ir lavar (a vantagem de viajar com a mãe). Eu sempre me arrumo mais rápido que o Mauro, que é uma noiva, e então fui ajudar com a roupa, e usamos um detergente líquido maravilhoso que eu tinha comprado no Wal Mart (é uma bolinha de plástico com o líquido dentro, que dissolve na água, pena que não dá para trazer esse tipo de coisa), e foi bem econômico, porque paguei uns $7 pelo saco com 24 bolinhas, sendo que cada dose de sabão no hotel é $ 2, e só nesse dia foram 6 máquinas. Fomos tomar mais um café no lobby juntas enquanto as máquinas trabalhavam. Foi bem legal, conversamos e olhamos a lojinha, e encontrei o “bonine” pro Mauro (o remédio para enjôo, tava $ 6,99 a caixa). Quando a gente voltou, colocamos as roupas na máquinas para secar, com a folha de amaciante que dispensa passar a roupa (essas eu trouxe de monte), e eu fui arrumar a Ellerim. Depois a mãe chegou desesperada no quarto… uma das máquinas de secar que ela usou tinha uma tinta dentro (como se fosse de caneta esferográfica verde), e manchou TODAS as nossas roupas brancas… puts… tinham algumas novinhas, minhas, da mãe, do Mauro e da Ellerim… fazer o que né… shit happens! O Mauro ficou um pouco triste com uma camiseta da Eurodisney, mas eu não me abalei. Paciência (menos coisas pra carregar pra casa). Foi um alívio lavar a roupa, como é bom, tudo lavadinho e muuuuito cheiroso! Nossa, como aqueles produtos deles são maravilhosos… e não precisar passar a roupa então, nem se fala! 

Dia 09/11 – Terça-Feira – City Walk, McDonalds e, claro, mais compras…

Resolvemos ainda passear um pouco pelo City Walk, entrar no restaurante da NBA (sabem né, o Mauro é fã de basquete), e no Hard Rock (parada obrigatória). No restaurante da NBA tem umas bolas com a impressão da mão de vários jogadores, e a gente pode colocar a mão em cima para comparar, muito legal, a mão dos caras é gigantesca!

Quando a gente tava indo embora, pensando que não tinha mais de onde tirar energia, resolvemos dar “só uma passadinha” na Michaels… como é que a gente consegue né? Lá fomos nós, mas chegamos às oito em ponto, e a loja fechava oito e meia. O Mauro foi pra Ross, procurar uma mala, e nós cinco fomos fazer uma corrida de carrinhos na Michaels, em meia hora… nossa, eu me superei nesse dia. Nunca passei tão rápido pelas prateleiras (distraindo a Ellerim ainda). E por incrível que pareça enchi meio carrinho. Sou campeã mesmo! Ufa! Fomos até a Ross, que ainda tinha meia hora (entrei na Ross com o carrinho da Michaels mesmo, não dava tempo de guardar as compras), e o Mauro ainda tava lá sem ter decidido sobre a mala… eu tinha prometido pra Ellerim que ela ia ganhar uma mala, e ela de cara escolheu uma Sansonite vermelha expansiva pequena, que ela disse ser uma “mala perfeita”, e compramos só essa mesmo nesse dia. De alguma forma inexplicável a gente ainda conseguiu forças pra ir jantar no Mcdonalds da Sand Lake, esquina com a International Drive (é gigante, suuuuper barulhento com parquinho e Karaokê) e a gente usou os cupons de Kids Eat Free (vem só o sanduíche, refri e batata, sem o brinquedinho).  Esse restaurante tem pratos também (massas e carnes) além dos sanduíches tradicionais, mas daí não vale o cupom. Depois, direto pro hotel, moooortos de cansados. 

Dia 09/11 – Terça-Feira – Island of Adventure e mais um pouquinho de Harry Potter


Saindo dali nós passamos na frente de um restaurante chamado Mythos, e tinha uma placa dizendo que era o ganhador do prêmio de melhor restaurante de parques do mundo por 6 anos consecutivos. Bom, achamos que valia a pena conferir. Mas a espera era de meia hora, e eu e o Mauro então fomos com as meninas para o parquinho do Dr. Seuss, e voltamos meia hora depois.


O restaurante é lindo por dentro, e a comida formidável (todos nós pedimos salmão, gente mais sem imaginação…). também pedimos uma salada. Tudo impecável. Realmente valeu a pena, e não era tããão caro. A Rô ficou toda feliz porque a garçonete pediu a identidade dela para entregar o chopp.


Depois do almoço e de roupas trocadas, as meninas ficaram correndo e brincando um pouco pelas ruas do parque, e fomos então para o Camp Jurassic. Eu amei esse parquinho, muito legal mesmo (a Ellerim brincando e eu fazendo academia correndo atrás dela naquelas cordas pra cima e pra baixo).

Depois a gente se separou de novo, porque a Rô foi pegar a fila do Pteranodon Flyers, que tava em 40 minutos (nem pensar…). e nós fomos rir da desgraça alheia do pessoal se ensopando no Jurassic Park River Adventure. Ficamos um tempão só passeando e tirando fotos, nós três. Fomos também no Barco do Popeye (dei um descanso pro Mauro, e fiquei brincando ali com a Ellerim).  Aliás, esse é um lugar excelente para tirar fotos do parque. De cima do barco temos uma vista muito linda de todo o parque, fotos perfeitas.


 Depois de mais ou menos uma hora a mãe chamou no walk talk, e elas estavam ali bem pertinho. Fomos tomar um café, mas a cafeteria estava fechando (às quatro da tarde???). Fomos para o próximo restaurante então, e já tiramos uma foto com a Betty Boop no caminho. Durante o café eu contei o meu “plano maligno” de voltar para o Harry Potter, nem que fosse sozinha… e todo mundo disse: ta bom… Sério? É, ta bom, vamos… puxa, eu já tinha planejado mil e um argumentos e tudo mais, mas foi bem mais fácil do que eu pensava! Então, lá fomos nós de novo para o castelo! A fila era de 20 minutos, porque já eram cinco horas. Que legal, tudo de novo, novos detalhes, muitas coisas que não tinha conseguido ver da primeira vez, e fui duas vezes de novo no simulador, porque voltei com a mãe quando o Mauro ficou com a Ellerim! Que felicidade! Mas agora foi despedida de verdade… O Mauro comprou uma camiseta lindíssima do HP, e fomos embora do parque quando fechou, depois de passar pelas lojinhas, quando já tava escurecendo. Deu uma tristezinha de saudades, um aperto no coração, uma vontade de olhar tudo mais uma vez, tentar gravar tudo na mente…  

Dia 09/11 – Terça-Feira – Harry Potter – Hogsmeade

O Mauro ficou ali com a Ellerim, e eu fui passear um pouco por Hogsmeade (muito lindo tudo) e tirar algumas fotos. Antes de ir eu pensava em ficar uma ou duas horas em Hogsmeade sentada só apreciando o lugar, me sentido dentro do livro… o problema é que tem trouxas demais por lá, e não dá pra fazer isso. É muita gente. Mesmo assim, eu fiquei tentando apreciar um pouco. Tem algumas varinhas em exposição, um cartaz do Sirius que é impagável, perfeito, uma mandrágora, o traje de gala do Harry e o vestido que a Hermione usou no Baile do Torneio Tribruxo, a loja de caldeirões e de equipamentos mágicos, a entrada do Hog’s Head (Cabeça de Javali). Tudo muito legal. Só não sei por que eles não usaram vidros anti-reflexo, porque os vidros são péssimos para fotos.
Nisso a mãe me chama toda apavorada no Walk Talk, pra eu ir correndo pra frente da Ollivanders. Cheguei ali toda esbaforida pra ver o que ela queria e ela mandou eu ficar na frente delas na fila, porque elas eram as próximas a entrar na Ollivanders. Ããã? Eu disse que não né (chato mãe, todo mundo aí na fila) e ela disse que ia me matar se eu não entrasse, porque ela tava uma hora parada na fila daquela besteira só pra eu poder ir (?!?!?! Eu juro que não pedi, já tinha decidido que não valia a pena)… bom, acabei entrando, e nem consegui avisar o Mauro. A loja é fenomenal (acho que a gente devia poder entrar ali sem precisar assistir o show, que é engraçadinho, mas não vale uma hora de fila).
 A saída é pela Dervish and Banges, que tem uns produtos legais, o livro monstruoso dos monstros e algumas vassouras expostas… e de repente lembrei do Mauro! Coitado, lá fora esperando sem saber onde eu tava! Bom, acabei nem vendo a loja inteira e fui procurar o Mauro e a Ellerim.
Esperamos lá fora por elas, tiramos fotos os seis juntos com o condutor do Hogwarts Express, e nos despedimos do Wizarding World of Harry Potter… eu não falei pra ninguém, mas eu estava determinada a voltar! Saí de lá sussurrando: I’ll be back!

Dia 09/11 – HP – Filch’s Emporium, Honeydukes e Zonko’s

Paramos na Filch’s Emporium, que é a lojinha da saída do brinquedo, e o Mauro ficou com a Ellerim lá fora, pra eu poder ver a loja com calma. Fiquei uma meia hora rondando, e encontrei um vestido da Grifinória pra Ellerim (que ela já usou nesse dia mesmo, a coisa mais fofa), e mais algumas coisinhas. Mas fiquei tentada com muitos produtos… varinhas (mas eu já tinha comprado uma do Harry no Brasil), o Mapa do Maroto (peguei e soltei várias vezes, num “levo, não levo, levo, não levo”), a caneca térmica de café, a taça do Torneio Tribuxo Iluminada (por que não trouxe essa???? Aí que ódio…)  e um monte de outras coisinhas. Acho que meu maior arrependimento vai ser não ter trazido o cachecol da Grifinória, que eu tinha procurado por Londres inteira… não trouxe porque aqui é muito quente, e a gente não usa cachecol nem no inverno, mas sei que vou me arrepender… pelo menos comprei camiseta da Grifinória para mim e para a Mirele (minha sobrinha que deu origem ao nome da Ellerim, que é Mirelle ao contrário). Compramos também as fotos do simulador, e me separei da mãe e da Rô. Mas a loja estava lotada, todo mundo se empurrando. Essa é minha reclamação do WWHP, as lojas são minúsculas. Eles TINHAM que ter usado aquele feitiço de expandir, para as lojas serem pequenas por fora, e gigantes por dentro (aquele feitiço que eles usam na barraca do campeonato mundial de quadribol no livro 4). Seria bem melhor, e sem fila (porque é o fim né, ter que pegar fila pra entrar nas lojas). Quando eu saí o Mauro ficou todo chateado porque eu não comprei nada pra ele… tadinho, mas meia hora voa, e não deu pra escolher nada… na saída o Mauro fez eu pedir para tirar foto com dois bruxos que estavam ali, e a mulher, que estava com uma Edwiges na mão, ainda me emprestou a varinha! Bem legal!
Nessa hora tava tendo a apresentação do coral, com os sapos, e assistimos um pouquinho, e então entramos na Honeydukes. Achei legal a decoração e os produtos, mas achei que podia ter bem mais coisas. É que no livro temos a idéia de que podemos encontrar todos os doces possíveis e imagináveis ali, então, fica um pouco de vontade de ver mais coisas inusitadas. Mas os doces do balcão são bem legais, e compramos um bolo de caldeirão e um doce de abóbora.
A Ellerim também comprou umas balas (ela que escolheu e colocou no pacotinho, mas ela só queria os vermes… o pacotinho é um zip loc listradinho rosa claro, escrito Honeydukes, muito fofo) Passeamos um pouco pela Zonko’s, que também é pequena e também não tem muita variedade de produtos (mas daí tudo bem né, porque a Zonko’s não é nenhuma Weasleys’ Wizard Wheezes), mas a decoração é bem fofa.
O Mauro ficou procurando alguma coisa legal, porque ele é muuuuito bom em fazer mágica (ele vive prometendo uma apresentação pro aniversário da Ellerim, quero ver esse ano se ele se anima). Essas duas lojas são juntas, entra-se pela primeira e a saída é pela segunda. Saímos, compramos um suco de abóbora numa barraquinha (arrrgggg) e fomos para o único lugar coberto que tem para sentar, onde tem o relógio da torre, ao lado da Ollivanders.
Comemos ali, e tinha uma barraquinha com produtos variados, e eu comprei 2 tipos de papel de carta com envelope, um deles numa malinha, muito lindos, um show.

Dia 09/11 – Terça-Feira – Harry Potter – O Castelo

O Castelo de Hogwarts

O Castelo de Hogwarts

Eu queria chegar cedo para não correr o risco de ter muita fila, e chegamos às nove. Fomos direto para o Wizarding World of Harry Potter, e a fila estava em 20 minutos. A Ellerim já conhecia o castelo (afinal, tinha ficado com a mãe naquela fila uma hora e meia no outro dia…). Como fã, pra mim a fila faz parte da atração. Muito gostoso ir passando e identificando tudo. Começamos pelas masmorras, e passamos pelo espelho de Ojesed (Erised), a porta da sala de poções e a porta das cozinhas.
O espelho de OJESED
Entrada da Sala de Poções
Entrada das Cozinhas
Depois, chegamos na estufa (sala de Herbologia), e apenas uma parte da fila estava aberta (ainda bem, porque a parte fechada era só fila normal mesmo, aliás, muuuita fila).
Em 15 minutos entramos no castelo e já encontramos os relógios de areia contadores de pontos das casas (claro que a Grifinória estava ganhando!) e a entrada do escritório do Dumbledore, além de algumas estátuas. 
Depois muitos e muitos quadros, vários conversando (inclusive sobre o Hagrid ter perdido um dragão). Muito engraçado. Vemos também os quadros dos fundadores conversando, e o Slytherin falando um monte de absurdos, indignado com o bando de trouxas que está entrando no castelo (falando de nós, claro).
Chegamos então no escritório do Dumbledore, e a Penseira já aparece do lado esquerdo (só vi na segunda vez que fui). O escritório é muito legal, tem vários itens para ver nos armários, quadros e o próprio Dumbledore em holograma. Pena que é uma fila e a gente precisa continuar andando, porque dá vontade de ficar um tempo lá observando, vendo todos os detalhes.
A Penseira
Instrumentos no Escritório de Dumbledore
Depois, passamos pela sala de Defesa contra as Artes das Trevas, e encontramos o Harry, Ron e Hermione (hologramas).
Harry, Ron e Hermione na sala de aula de Defesa contra as Artes das Trevas
Passamos então na frente da mulher gorda, e chegamos na Sala Comunal da Grifinória. Aqui a Ellerim e a Manu foram com a mãe para a sala de espera (que tem uma televisão passando filme… do Harry, claro), e eu, o Mauro e a Rô fomos para o simulador (a entrada tem o teto com as velas flutuando). Foi bem emocionante chegar no brinquedo. É carrinho ininterrupto (daqueles que vão andando e você vai até o lugar na esteira rolante, como o da casa mal assombrada da Disney, mas é suspenso, e prende por cima). E então começa o simulador. É simplesmente inexplicável. Mistura simulador com cenário e efeitos especiais. Voamos por várias passagens importantes dos filmes, voamos ao redor do castelo, passamos pelo Hagrid, fugimos de um dragão, passamos pelas aranhas, somos salvos dos Dementadores pelo Expecto Patronum do Harry, voamos no jogo de quadribol com o Draco, e voltamos para o castelo! É uma ride fenomenal. Eu amei mesmo. Valeu cada minuto de preparação da viagem. Eu me senti muuuito feliz! Saímos do brinquedo e fomos para a sala de espera, e o Mauro ficou com as meninas e eu, a Rô e a mãe voltamos para o brinquedo. Sentei em outro lugar, e achei que foi um pouco diferente, e valeu a pena ter trocado de lugar para ter a experiência diferente… foi muito bom também, mesmo sendo a segunda vez, mas minha mãe tirou um pouco minha concentração, porque ficava conversando sobre um monte de coisas nada a ver, e eu fiquei tentando prestar atenção no brinquedo e ouvindo ela ao mesmo tempo (quem é que bate papo num simulador???? Será que ela não sabe pra que serve um simulador??? Os dementadores ali e ela falando que queria ir no Wal Mart de Kissimmee?!?!?!? Mãe, não pode falar aqui, os dementadores vão dar o beijo na mãe… ai Karen, deixa de ser chata…).  Bom, não é à toa que ela não viu nem o Expecto Patronum do Harry (Que legal o Expecto Patronum  né mãe! Expecto Patronum? Que Expecto Patronum?). Só faltava ela dizer: que dragão? Bom, deixa pra lá… eu saí mais do que satisfeita do castelo.

Dia 09/11 – Terça-Feira – Harry Potter de Fã para Fã

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Finalmente chegou o dia para o qual vinha me preparando há dois anos, pois a programação dessa viagem começou com o anuncio do lançamento do Wizarding World of Harry Potter… a leitura é minha grande paixão, e tenho muitos livros especiais.
E, por mais estranho que possa parecer para alguns, Harry Potter está entre os primeiros da lista. Algumas pessoas têm o dom de transformar o mundo em um lugar melhor, e foi isso que fez Walt Disney (e como nosso mundo é mais feliz por causa do seu sonho!).
Acredito que JK Rowling também fez isso. Depois de Harry Potter, a qualidade da literatura infantojuvenil mundial (que não via nada de significativo desde Tom Sawyer, Julio Verne, Tolkien e Arthur Conan Doyle) sofreu uma explosão em todos os termos. 
Finalmente temos livros infantojuvenis de qualidade (nada mais de Poliana!). Finalmente alguém fala aos jovens sobre o bem e o mal de forma justa (mesmo os bons são um pouco maus, e erram, e nem sempre os maus são totalmente maus, e nem sempre os adultos sabem o que estão fazendo, e muitas vezes a ignorância faz mais mal que a maldade), fala sobre política, imprensa, morte e vários outros temas sem muita piedade.
E assim, transformou milhões de jovens em leitores, não apenas de seus livros, mas de toda essa nova criação intelectual que se formou após o sucesso de Harry Potter.
Por tudo isso e muito mais eu sou mesmo muito, muito fã de Harry Potter.
Muito antes do anúncio do parque, eu sempre pensava que a Warner poderia abrir um em Londres… mas nunca imaginei que tão cedo isso seria realidade, ainda mais em Orlando! Foi realmente um sonho.
Então, este é um relato de fã para fã!

Dia 08/11 (Segunda-feira) Universal – parte 3 e Red Lobster

Bom, vendo o horário a gente percebeu que não daria pra ir em tudo, então eu e o Mauro fomos com as meninas pros parquinhos, e a mãe e a Rô foram pro Terminator 2. A Ellerim amou o parquinho do Barney, e ficou muito tempo lá, enquanto eu e a Manu fomos 3 vezes na montanha russa do pica-pau (Woody Woodpckers Nuthhouse Coaster) com um brasileiro e sua filha que também tinha apelido de Manu.
Continuamos esperando a mãe e a Rô no parquinho do Curious George e depois do Fievel,
mas elas chegaram só às seis horas… puxa, não acredito, perdemos a Rockit! Por essa eu não esperava… mas paciência né, deixa pra próxima.
Ficamos passeando ainda um pouco no parque, compramos uns nuggets e batatas pra Ellerim, e passeamos mais um pouco pela City Walk, e então, sete horas, decidimos ir para o Red Lobster, senão a mãe ia ter um treco, porque ela só falava todo dia que era o único restaurante que ela queria ir porque ela só falava todo dia que era o único restaurante que ela queria ir, e já tava achando que a gente ia passar a perna nela, porque a gente sempre prometia e nunca ia. Eu entrei no GPS em restaurantes, e logo apareceu um Red Lobster pertinho. A Ellerim deve ter se divertido muito, porque já dormiu no carro, e dormiu o jantar inteirinho. A comida estava ótima, lagosta e camarão, e como pedimos 4 pratos, aceitaram 2 cupons que peguei na internet, de $4 cada um.
Pena que o Mauro tava com o estômago um pouco sensível, e mais tarde acabou virando planta (tadinho passou a noite no vaso). Alguns dias depois, quando jantamos com a Rafaela, ficamos sabendo que aconteceu o mesmo com ela depois do jantar no Red Lobster… eu, como posso comer até pedra, não senti nada, achei tudo maravilhoso! Saímos do Red Lobster às oito e meia, e resolvemos dar uma passadinha no Wal Mart da Turkey Lake Road, ali pertinho. Parece que só tinha brasileiro na loja, e fizemos várias compras, claro, mas não achamos a loja tão boa quanto a de Kissimmee. Decidimos que iríamos um dia lá antes do final da viagem. Voltamos para o hotel às dez, com um monte de comida (como a gente se empolga lá né…  e aquelas embalagens gigantescas, e tudo parece tão gostoso… claro que não conseguimos comer metade daquilo tudo, mas compramos mais um Beaujolais).

Dia 08/11 (Segunda-feira) Universal – parte 2

Fomos em quase todos os brinquedos do parque, em ordem, seguindo pro Shrek (adoro, inclusive o pré-show, que é bem engraçadinho, com os 3 porquinhos e o pinóquio na câmara de tortura), o Twister (primeira vez que fui! Nunca tinha me chamado atenção, achava que era chato, mas gostei) e o Revenge of The Mummy (Fui duas vezes, pois voltei com a mãe depois que ela ficou com a Ellerim).
Fenomenal, e foi muuuito bom ir com o Mauro nessa montanha russa, foi a primeira vez que fomos juntos. Já adoro o filme, e a atração é demais mesmo! Do lado de fora tinha um cara fantasiado com pernas de pau que ficava assustando o pessoal, muito engraçado. Almoçamos no Louie’s Italian Restaurant e tava gostoso. Depois, ficamos passeando um pouco por Amityville e tomamos um sorvete daqueles de bolinhas pequenininhas, o Dippin’ Dots Ice Cream – http://www.dippindots.com/ (a mãe e a Rô viram o meu e do Mauro, que dividimos um pequeno, e foram comprar sozinhas, e de novo foram respondendo Yes Yes e voltaram cada uma com um pote grande!). Enquanto elas tentavam em vão comer aquilo tudo, o Mauro saiu pra fazer as moedinhas dele.
Depois fomos no Jaws e no Man in Black, e, finalmente, no The Simpsons Ride, que pra mim é uma das melhores atrações de todos os parques. Eu amo… já vale a atração ver o Homer sentado no carrinho dizendo que esperou uma hora na fila e não vai sair! Muito bom! Não tem como não sair dando gargalhada depois de escapar do inferno…
Quando a gente saiu, já eram 5 horas!!! Gente, o que é isso? Não pode, o tempo não pode passar tão rápido assim! Não dá pra entender…

Dia 08/11 (Segunda-feira) Universal

O dia amanheceu lindo, e não mais tão frio. Foi nesse dia que comecei a ter aquela sensação de me sentir nos Estados Unidos… não sei explicar, mas é uma sensação diferente, quando a gente finalmente sente que está em outro país, num lugar diferente, e é muuuuito bom! Saímos às 9:45h para a Universal, estacionamos no VIP de novo (preguiçosos) e já compramos o Express na primeira loja do parque. Saiu $ 19,95 por pessoa. Sabe, talvez até não precisasse, porque o parque tava bem vazio. Mas ficamos com pena da Ellerim, que não pode ir em praticamente nenhum brinquedo, e qualquer fila é chata se você fica o dia inteiro indo de fila em fila sem poder ir nos brinquedos, ainda que sejam filas de 10 minutos. Então, valeu muito a pena. A gente foi tomar café na Beverly Hills Boulangerie, e decidiu fazer o parque em ordem, no sentido horário, deixando a Rockit e os parquinhos infantis por último (a idéia era que só eu e a Rô iríamos na Rockit, enquanto o Mauro e a Mãe ficavam com as crianças nos parquinhos, já que o Mauro amarelou!).
Começamos pelo Jimmy Neutron’s Nicktoon Blast, e como o Mauro enjoa em simuladores ele foi com a Ellerim no assento fixo (stationary). Eu adoro todos os simuladores, e gosto desse também, mas ainda preferia o anterior, do Zé Colméia.
Eu tava bem ansiosa por essa atração, porque há um ano vinha prometendo pra Ellerim comprar a coleção do Backyardigans original. Na última viagem eu tinha comprado a Tasha ali na lojinha desse brinquedo, e o restante da turma comprei no Brasil ou no Wal Mart. Mas não teve jeito, a Ellerim só gostava da Tasha original, e queria o resto da coleção igual (não sei de onde ela tira essas coisas, mas como ela quase nunca pede nada, eu me esforcei né…). Enfim, eu já tinha procurado os tais Backyardigans originais em todas as lojas da Island e nada… Mas chegamos na lojinha e lá estavam todos eles! Nossa, que alívio. A Ellerim ficou louca quando viu, e já comprei todos (inclusive a Tasha, porque a dela já ta bem velhinha). Pronto, já valeu o dia! A Ellerim passou o dia no carrinho brincando com os bonecos!

Dia 07/11 (domingo) – Premium

Depois resolvemos ir embora para dar uma passada no Premium, às cinco horas. O shopping é bem pertinho do parque. Lá nos separamos para as compras. Não sou muito fã desse Shopping, mas finalmente meus cupons valeram a pena!!!!! Pronto, ganhei a viagem! Consegui $ 8,00 na OshKosh B’gosh numa compra de $ 80,00, e $ 25,00 na Nike (numa compra de $ 140,00). Isso com o livro de cupons do próprio Premium, que pegamos lá na praça de alimentação, apresentando um ticket do site que eles fornecem quando nos cadastramos e que também tem em vários daqueles livrinhos de cupons que pegamos nos hotéis. Compramos algumas coisinhas na loja da Disney, mas de bom mesmo só tinha camiseta masculina. E então a surpresa: o Mauro de meu um anel de brilhantes maravilhoso de presente de 5 anos de casamento! Nossa, muito lindo. Eu amei, fiquei bem emocionada. Lembrei do meu pai, que também em orlando me levou junto para comprar uma pulseira de ouro pra mãe, para o aniversário de 25 anos de casamento deles, isso 3 meses antes de descobrir que estava doente. Depois disso, quando eu ficava braba o Mauro sempre dizia: “pensa no anel, pensa no anel!”. Ligamos o Walk Talk e encontramos a mãe e a Rô no Starbucks, e já fomos jantar na praça de alimentação. Eram nove horas, e estava tudo fechando… conseguimos os últimos pratos dos restaurantes. Eu fui de Chinês de novo, o Mauro estava enjoado (provavelmente pensando no preço do anel…) e a Ellerim ficou no de sempre. Depois, hotel e cama, pois segunda é dia de Universal!       
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